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Carlota Braga
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Marcas X esportes #2º round – Sicredi e o futebol

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No segundo post da nossa série vamos falar de colaboração. Vamos falar de Sicredi.

Sicredi é uma marca construída a muitas mãos. Que une pessoas e paixões em busca de impacto positivo em negócios e na sociedade. E como relacionar paixão com esporte sem lembrar do futebol? O coração do brasileiro realmente bate mais forte quando o assunto é bola na rede.

Outro fator que liga o Sicredi ao futebol é a história. A instituição financeira abriu a primeira cooperativa de crédito brasileira em 1902. Coincidentemente, apenas dois anos após a primeira partida de futebol nas Olimpíadas de Paris (o futebol foi um dos primeiros esportes em grupo nos jogos).

O cooperativismo é a ideia principal do Sicredi. E do futebol também. É impossível jogar uma partida com uma pessoa só. O time só se faz com um conjunto de pessoas com características diferentes e que jogam juntas por um objetivo em comum. Como o Sicredi, que tem mais de 3,2 milhões de associados que crescem juntos.

(Texto: Taís Scaroni Arte: Caio Alonso)

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Um giro pela Rio 2016

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As Olimpíadas Rio 2016 chegaram ao fim e já estamos com saudades. O legado dos jogos foi além do esperado, tanto do ponto de vista das marcas quanto da performance dos atletas brasileiros, sem contar que á infraestrutura do Rio surpreendeu a todos, mesmo em meio a um cenário brasileiro tão instável. Não há dúvidas de que de festa (e de memes) o povo brasileiro entende bem!

Vários de nossos IBs passaram pelo Rio de Janeiro para ver as Olimpíadas de perto e nossa “correspondente” Luiza Secco, analista de New Business (e carioca de coração), compartilhou com a gente suas impressões dos 4 dias que curtiu na cidade maravilhosa. Entusiasta olímpica que só, já garantiu os seus ingressos para os Jogos Paralímpicos, que vão de 7 a 18 de setembro. Se depender dela, continuaremos com as antenas ligadas até lá.

por Luiza Secco

“As Olimpíadas começaram de fato com a abertura, e que abertura! Mega evento pra ninguém botar de defeito. Fui no jogo de basquete masculino Brasil X Argentina e como se não bastasse a rivalidade de sempre, o jogo foi um teste de alto nível para o coração. Nos segundos finais, quando a torcida já estava segurando o grito de comemoração, nossos hermanos empataram. A prorrogação foi tensa e a Argentina levou a melhor, no jogo e na torcida, que apesar de minoria fez muito barulho.  Achei que a torcida brasileira deixou a desejar. Tenho a impressão de que quando o jogo é nosso, o nervosismo fala mais alto. Assisti mais duas partidas de handebol masculino (Suécia X Polônia e Argentina X Tunísia). A cada jogo, uma emoção diferente, mas o sentimento de participar do maior evento esportivo do mundo foi recorrente. O Parque Olímpico me impressionou muito, coisa de 1º mundo, de dar orgulho. Me senti na Disney para adultos. O Boulevard Olimpíco também ficou bem legal. Com um mural do artista Kobra, algumas ativações de marcas, telões e casas de alguns países, além da admirada Chama Olímpica, arrastou muita gente para esta área, que vem sendo revitalizada e trazendo ainda mais beleza a cidade maravilhosa. Ainda assisti a duas partidas de vôlei feminino no Maracanãzinho, que dê longe foram as mais animadas. A música agitava a galera e a cada ace (can’t touch this!), bloqueio (Monster block!) ou pancada (wow!) um grito uníssono era entoado. Em todos os intervalos entre os jogos tiveram atrações pra ninguém ficar parado: a câmera passeando pela torcida (mãe, olha eu aqui!), o mascote Vinícius dando show, dançarinos e bolas arremessadas para a galera rebater. Voltei ao Parque Olímpico para mais uma partida de basquete, dessa vez feminino, Espanha X Turquia. E pude mais uma vez aproveitar as ativações que as marcas estavam fazendo.  A Skol, por exemplo, produziu copos colecionáveis com as modalidades olímpicas. Por fim, consegui ir também na casa do Catar, país quem vem investindo nos esportes e vai sediar a Copa do Mundo de 2022. As casas dos países estavam super badaladas, ao todo foram 52,  27 abertas ao público, em diversas áreas da cidade. Cada casa tinha atividades relacionadas à cultura do país e acabou por ser um ponto de encontro das delegações, atletas e torcedores. A do Qatar foi montada na Casa Daros, em Botafogo, um espaço lindo onde um souq (espécie de mercado a céu aberto) foi reproduzido. Dentre as atividades, demonstrações de pintura de henna (voltei com uma na mão), oficinas de caligrafia árabe, cabine de fotos com vestimentas típicas e simulação de corrida de camelos em 3D, além um restaurante comandado pelo chef Alex Atala”.

Pena mesmo é que acabou. :/

Agora é acompanhar os Jogos Paralímpicos e aquecer os motores para Tóquio 2020.

 

 

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Naming no esporte – #10

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Você sabe o que está por trás do nome Taekwondo?

Saiu mais um post da série #NamingNoEsporte.

#10 – Taekwondo

Nascido da combinação de várias artes marciais – coreanas e não coreanas – o taekwondo está, até hoje, em constante evolução. Não é por acaso que o seu nome é a combinação de várias palavras.

“Tae kwon do” vem do coreano e significa “esmagar com os pés”, “esmagar com as mãos” e “caminho”, respectivamente. Como uma verdadeira arte marcial, entretanto, seu principal objetivo vai muito além de evoluir pés ou mãos – é evoluir a mente.

 

 

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Naming no esporte – #9

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Você sabe o que está por trás do nome Vôlei?

Saiu mais um post da série #NamingNoEsporte.

#9 – Vôlei

Foi o americano William G. Morgan quem criou e batizou o esporte, que surgiu em 1895 como uma alternativa menos cansativa ao basquete. O nome escolhido foi “Mintonette”, e era praticado com câmaras de bolas de basquete.

Somente um ano depois, impressionado com a velocidade (ou o “volley”) das bolas em uma demonstração do novo esporte, é que o professor Alfred T. Halstead surgeriu a mudança para voleibol.

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Remando a favor da maré – como a GE usou sua inteligência para sair na frente no Rio 2016

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Todos os anos, a Interbrand lança um estudo e, em 2015, o tema foi Patrocínio & Construção de marca. Na ocasião, nosso diretor Beto Almeida entrevistou Akiko Nishimoto e Pedro Alves, executivos da GE, patrocinadora dos jogos Olímpicos e Paralímpicos e detentora de uma gama quase incalculável de soluções tecnológicas na Rio 2016.

Assim como a performance da equipe de canoagem patrocinada pela marca, que levou duas medalhas, uma de prata e uma de bronze, ambas com Isaquias Queiroz – o único atleta brasileiro a subir duas vezes no pódio na Rio 2016 –  a estratégia de patrocínio tem acertado. Confira os bastidores de todo esse trabalho e entenda o porquê dos resultados positivos na entrevista a seguir.

Mais de 120 anos de história não foram suficientes para a GE se acomodar. Muito pelo contrário: as Olimpíadas Rio 2016 chegaram e a empresa deu a largada em mais um patrocínio tão grande quanto a sua história.

A GE é uma marca centenária, que atua em áreas extremamente diversificadas com uma marca única e um propósito muito claro: “Imagination at Work”. Como este posicionamento ganha vida no dia a dia da empresa?

A GE é uma marca de mais de 120 anos, mas que se reinventa muito. Ela muda e evolui sem perder sua essência, que é de inovação, de invenção, de resolver os problemas que aparecem no mundo. Esse é o grande norte da nossa marca. Entender o que o mundo está precisando e usar as suas fortalezas, seus conhecimentos e sua história para responder esses desafios.

Sabemos que ainda somos percebidos como uma empresa extremamente industrial. Afinal, essa é a nossa história. Mas hoje estamos evoluindo para uma empresa cada vez mais digital. Essa mudança já é real e será cada vez mais perceptível nos próximos anos. A GE caminha muito rapidamente para ser uma empresa que une o digital e o industrial.

Isso parece ser um movimento natural para o futuro, mas como isso vai funcionar  na prática?

Hoje, nós somos uma empresa de hardwares. Nós temos toda a nossa base de soluções e equipamentos instalados nos clientes, e todos esses hardwares geram dados. Nós precisamos criar uma plataforma única que interligue todos esses equipamentos e consiga dar previsibilidade e mais inteligência aos clientes.

Estamos falando de uma lista de tendências muito importantes e que devem ser observadas. É a próxima lista de inovações tecnológicas que a GE está buscando para os próximos 50 anos: internet industrial, fábricas extraordinárias, supermateriais, mentes mapeadas, energia em todo lugar. Essas são as linhas de estudo que os centros de pesquisa da GE estão buscando no mundo inteiro. Mentes e máquinas trabalhando de uma maneira muito sincronizada para que nós possamos oferecer ainda mais valor para o nosso cliente.

Quando falamos de ativação de marca, existe, por exemplo, uma plataforma global de patrocínio? Como isso se desdobra localmente?

O patrocínio olímpico é um patrocínio global e de longo prazo. Nossa primeira participação nas Olimpíadas foi na edição de inverno, em Turim, Itália, em 2006. Hoje, já temos esse patrocínio estendido até Tóquio 2020. Por isso, criamos um grupo global de “Olympics”, específico de patrocínio esportivo e que tem como diretriz entender o por que a gente patrocina e como a gente patrocina.

A GE não é uma marca tradicionalmente ligada ao esporte. Quais foram as razões que a levaram a patrocinar os Jogos Olímpicos?

Os Jogos Olímpicos são uma grande oportunidade de ser uma vitrine tecnológica para os nossos produtos e soluções. Toda cidade que recebe os jogos sofre uma grande transformação positiva. Depende, é claro, de como a cidade está quando

é escolhida, qual a mudança de infraestrutura que ela precisará. O Rio de Janeiro, por exemplo, está um verdadeiro campo de obras e, com certeza, vai mudar para melhor. A nossa grande conexão com os Jogos Olímpicos será participar dessa transformação positiva da cidade, com todas as nossas soluções de infraestrutura.

Onde será possível ver as soluções da GE nos Jogos Olímpicos?

No Rio de Janeiro, nós veremos na iluminação pública, na iluminação dos estádios, nos equipamentos de diagnóstico da policlínica, no Big Data, com a parte de “Eletronical Maping Records” dos atletas, e no Broadcast Center. Também teremos várias power plants, criadas para suprir energia para a cidade do Rio. Tudo isso faz parte das soluções que ajudam a contar a nossa história. Desde as soluções para a saúde até energia e iluminação, nós estamos envolvidos em todo o desenvolvimento da infraestrutura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Estamos patrocinando também a canoagem brasilera, que faz parte de um patrocínio local e vai muito além do investimento direto.

Como funciona o patrocínio específico da canoagem?

Quando escolhemos patrocinar um esporte olímpico local, optamos por patrocinar a Confederação Brasileira de Canoagem, mas não se trata de um patrocínio apenas financeiro. Escolhemos um esporte em que podemos aplicar toda a nossa tecnologia. É um patrocínio que envolve o time olímpico, o paraolímpico e também todas as outras modalidades não olímpicas, como a Canoagem Oceânica, que recentemente teve ótimos resultados nos Jogos Mundiais. O que nós temos feito é usar isso como uma plataforma para mostrar o que a GE tem de melhor, a tecnologia e a inovação capazes de ajudar um esporte.

Como tem sido a repercussão interna desse patrocínio?

A conversa de segunda-feira aqui na GE não é uma conversa de futebol, é uma conversa de canoagem. Nós trabalhamos com pesquisadores de alto nível, para fazer um software customizado para a canoagem brasileira. Analisamos diversos dados, criamos um Big Data. Nós oferecemos internet industrial e conseguimos aplicar todo este conhecimento a favor do esporte.

O esporte não está em nosso DNA industrial, mas “ir sempre além” está. Por isso, colocamos nossas melhores cabeças para pensar junto com o time de canoagem. Estamos colocando sensores nos barcos dos atletas. Durante o treinamento, o técnico tem acesso a dados de performance que ele não poderia ver a olho nu. Hoje, ele consegue analisar a frequência da remada, a inclinação, a aceleração, o percurso do barco. São coisas que vão permitir que ele tome uma ação corretiva sobre os atletas durante o treinamento, algo que nunca aconteceu antes. A canoagem foi escolhida pela GE, inclusive, porque é um esporte que tem o DNA da inovação.

Qual é o grande retorno que a GE tem ao patrocinar os Jogos Olímpicos e que não teria por meio da comunicação tradicional?

Por meio do patrocínio, nós conseguimos comunicar a complexidade do trabalho da GE de uma forma muito mais tangível. No nosso centro de pesquisa no Rio de Janeiro, nós temos um grande painel que explica toda a nossa metodologia, a pesquisa da canoagem como um todo, tudo o que a gente fez desde a inauguração. O centro recebe vários clientes por lá, nós explicamos tudo o que oferecemos de “Internet Industrial” e o que está sendo feito na pesquisa. Fica muito mais fácil para o cliente entender como aquilo vai ajudar na produtividade, na eficiência. Pegamos dados de diferentes naturezas, analisamos e criamos correlações que vão gerar os insights para resolver os problemas.

Eu imagino que isso gere histórias incríveis todos os dias. Como vocês estão trabalhando todo esse conteúdo?

Não seria possível fazer uma campanha publicitária para cada um dos mercados onde estamos inseridos pela limitação de “budget”. A nossa estratégia foi discutir os temas em plataformas de conteúdo. Junto com a Editora Globo, fizemos a plataforma “Caminhos Futuros”. Definimos um target extremamente qualificado e, por meio dessa plataforma, conseguimos abrir as portas para um diálogo com nosso público, gerando muito mais interação. Algo que jamais conseguiríamos na mídia tradicional. Em geral, nas mídias sociais, nós aplicamos o cerne do posicionamento de marca. E sempre focamos no conceito de que “somos uma empresa de infraestrutura e tecnologia que está ajudando a desenvolver o Brasil”.

Podemos dizer que a GE tem sido uma grande provedora de conteúdo para diversas mídias. Como funciona a parceria com o canal a cabo NatGeo?

Essa nova série, que estreou em novembro, é uma coprodução entre a GE e a NatGeo. Nós nos reunimos com o pessoal da NatGeo para discutir a próxima lista de tecnologias para o futuro e eles trouxeram uma proposta editorial para gente.

A série não é 100% GE, nós não falamos tudo o que fazemos. Mas a NatGeo foi atrás de 3 diretores de Hollywood e cada um fez a direção de um desses episódios atrás de “breakthroughs”, de momentos de inovação, de projetos de inovação que estão sendo pesquisados no Canadá, na Islândia, na Suécia, no Brasil e na Austrália.

Como vocês analisam o resultado de toda essa estratégia até então?

Eu diria que estamos conseguindo tornar tangível o nosso trabalho para o público que queremos conversar, de uma forma muito mais engajadora. Algo que não conseguiríamos fazer da forma tradicional. Estamos conseguindo desmistificar no Brasil o estigma de que a GE é uma empresa de lâmpadas e eletrodomésticos. Foram 80 anos de história da companhia e hoje não é mais só isso. É um processo pelo qual estamos passando.

As marcas brasileiras ainda estão aprendendo a atuar em grandes eventos globais. Na experiência de vocês, qual é o segredo do sucesso em uma estratégia de patrocínio?

A primeira coisa é: conte a história verdadeira. Aproprie-se de um setor em que você atua, que você domina e conte de verdade o que você faz. É isso que faz com que o público entenda essas conexões, seja com uma história que envolva as Olimpíadas ou no desenvolvimento de uma turbina. Outro ponto extremamente importante é: comece o quanto antes. Aqui na GE, os Jogos Olímpicos começaram há muito tempo. Temos um time trabalhando desde 2011 nas soluções para os jogos.

Esta será a sexta edição dos Jogos Olímpicos patrocinada pela GE. O que mudou de lá para cá, em relação à estratégia de ativação do evento?

Nós sempre procuramos melhorar. Cada vez mais os mercados locais têm mais poder de decisão na forma de criação de suas campanhas locais. Não é que as campanhas sejam feitas aqui, mas nós trabalhamos com o time global de uma forma muito mais alinhada.

Os Jogos Olímpicos sempre deixam um legado para a cidade-sede. Em Sochi, na Rússia, na última edição das Olimpíadas de Inverno, a GE entregou uma unidade de mamografia incrível para a cidade. O que podemos esperar para o Rio 2016?

Estamos quase finalizando esse projeto, mas tudo ainda é segredo, guardado a sete chaves. O que eu posso dizer é que é emocionante fazer parte disso, ver o envolvimento com a cidade, que realmente ajuda a construir Jogos melhores. E isso, para a nossa história, é muito importante. Nós queremos estar junto dessa transformação positiva do Brasil. É por isso que estamos aqui há quase 100 anos.

 

 

 

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Naming no esporte – #8

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Você sabe o que está por trás do nome Tênis de mesa, o famigerado Ping Pong?

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 #8 – Tênis de Mesa (ping pong)

“Tênis de mesa” leva esse nome porque é uma adaptação do tênis tradicional para uma mesa. Pode parecer óbvio e, de fato, é. Mas essa história ganha a emoção das bolinhas quicando para lá e para cá quando olhamos para o nome “ping pong”.

Inspirado no som que as bolinhas fazem quando estão em ação, o apelido da modalidade ajudou a popularizar o esporte e, pouco tempo depois, acabou registrado por uma fabricante de brinquedos.

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Naming no esporte – #7

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Você sabe o que está por trás do nome Tênis?

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#7 – Tênis

O tênis, como a gente assiste e joga hoje em dia, nasceu na Inglaterra, no século XIX. Já o seu nome surgiu um pouco antes, na França, no século XVI. Naquela época, o esporte não era praticado com raquetes, mas com luvas.

“Tênis” vem do francês “tenez” e significa “segure, receba”. Sempre ligado à nobreza e à elite, por muito tempo o esporte foi chamado de “tênis real”.

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Quem somos nós nos Jogos Olímpicos

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Os Jogos Olímpicos 

Rio 2016 vão começar e nossas mentes e corações estão entrando cada vez mais no espírito. Para homenagear esta largada, fizemos uma pesquisa com todos os escritórios da Interbrand no mundo, para saber quem somos nós na fila do pódio, quer dizer, qual é o “perfil demográfico” da Interbrand quando o assunto é esporte.

O resultado é este divertido inforgráfico abaixo.

 

Que comecem os jogos!

 

 

 

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