Interbrand - Creating and managing brand value

Voltar ao topo
Postado por
Carlota Braga
em

Palavra, Imagens e Som

0

Inaugurando esta nova editoria do blog (ver abaixo), as IBs – e xarás – Taís Scaroni e Thaís Cirenza, dos times de identidade verbal e estratégia, compartilharam suas impressões do curso “Palavra, Imagens e Som”, ministrado desde março pelo escritor, músico, ilustrador, ou seja, multifacetado

Cadão Volpato. Uma espécie de oficina de escrita criativa ou, nas palavras do próprio professor, “propostas para soltar a mão e a imaginação”.

Quem são elas

Taís Scaroni

(ou Tatá do Verbal) é libriana. Nasceu um dia antes do dia das crianças há quase 23 anos. Da ESPM se fez publicitária mas deu um jeitinho de fugir para as palavras. Aqui na IB ela ajuda a dar voz para os nossos clientes. É uma linda, maravilhosa, super simpática.

Thais Cirenza

 (ou Tatá da estratégia) é ariana. Nasceu um dia antes da Páscoa há pouco mais de 23 anos. 

Formada em Administração pela FGV, sempre buscou um jeitinho de misturar ideias e números. Aqui na IB ela ajuda nossos clientes a criar e entender o valor de suas marcas. 

 

Porque vocês resolveram se embrenhar no mundo da escrita criativa?

As respostas são dois em um, afinal, quando se fala em nome de “Tatá”, vale por duas.  A gente queria ter um tempo na semana para soltar a imaginação, conhecer gente legal, ter alguém que entende das palavras para dar um pitaco sobre as nossas e, é claro, fugir um pouquinho do universo de Branding.

Qualquer um pode fazer esse curso? Como funciona? 

Sim. No curso tem gente de todo tipo, desde quem já tem livro publicado, que trabalha com moda, tem gente que já trabalhou aqui com a gente, tem gente que tá lá pra escrever música…

O curso acontece numa casa legal, cheia de livros e bem em frente ao SESC Consolação. As aulas começaram depois do carnaval e estão acabando agora. Tudo rolou tão bem que o Cadão já combinou de continuar o curso com novas referências a partir de junho. #ficadica pra quem tá curioso e quer fazer também.

O que acontece de mais legal e inusitado numa oficina como essa?

Dos temas aos textos, tudo acaba sendo bem fora da caixa. Começa com as referências das aulas, que vão desde Lou Reed, passam por textos de autor norueguês até pinturas renascentistas. A gente vê que a inspiração pode sair de tudo. Já saiu texto de todo tipo, dos mais loucos a poemas rimadinhos. Teve uma moça que escreveu uma carta pra prima que morreu e fez todo mundo chorar, teve outra que escreveu sobre uma pessoa que tropeçou na feira e virou uma mistura de cachorro, melancia e pombo e outra que escreveu sobre o dia em que sonhou que só falava francês.

Qual foi o maior desafio até agora?

O maior desafio é lidar com aquilo que sai de dentro da gente. Colocar o que a gente pensa em palavras já é sofrido. Na cabeça tudo parece mais legal. Mas a parte mais difícil mesmo é que, em toda aula, o Cadão lê nossos textos em voz alta para todo mundo ouvir. Sabe quando a gente sonha que tá pelado na sala da aula? A sensação é mais ou menos essa.

E esses textos vão pra algum lugar? Dá pra ler se a gente quiser?

Todos os textos ficam em um grupo para as pessoas da sala no Google Drive, mas alguns (da Tatá Scaroni) estão publicados no blog pessoal dela: surubadeum.com.

Um petisco, abaixo:

A suicida de janelas baixas, por Tais Scaroni

Quando Helena sobe com os dois pés no puleiro do seu quarto, Helena vira sininho. Vira enfeite de varanda, daqueles que o vento bate e transforma 

em canção.

De lá, Helena balança mais alto, flutua além do segundo andar e vê a vida de cima. Vê vizinhos que vacilam sobre o skate, vê a velhinha viúva 

com o seu poodle, vê a dona Vera varrendo a calçada, vê um viajante com seu mapa, vê um casal que há muito não se via. Vê a vida que falta na sua vida. Vê que sua vida não vale ser vivida. Helena é uma suicida de janelas baixas.

Veio o vento, violento. Helena voou.

Vicente, por Thais Cirenza

Quase não tenho saudades de lá. 

Sabe aquela monotonia que mata? Ô gente sem ambição. 

Sabe quando dão falta de tudo, mas não têm vontade nada?

Dois mil e dezesseis e eles pararam no telefone e na televisão. 

Se passa um avião, o povo acha que é bicho. Saem tudo na janela pra apontar. 

Ô vergonha que dá. 

E eu? Eu cresci ali. 

Vivi dezoito anos achando que a TAM era pássaro

E que os pássaros da Vila Sésamo eram a TAM. 

Se eu contei três carros que atravessaram a cidade nesse tempo, foi muito. 

O povo ali andava mesmo era de bicicleta.

Bem-vindo a Fim da Costa, a cidade de duas rodas. Tava na placa

Mas dela eu sinto falta. Correia frouxa, pedal grande, guidão comprido. Onde será que você foi parar?

O povo passava o ano sem sair de casa. Mas quando tinha campeonato, era todo mundo na rua.

Cada um com sua bicicleta, alinhado na linha de largada. O Seu José da rádio dava o grito: Começou a pedalada.

Cinquenta quilômetros de prova. Umas mil voltas na cidade. 

Vai velho, vai novo, vai homem, vai mulher. 

Campeão? Só tem um. Sempre o mesmo. Há trinta e cinco anos. 

Ô perna que gira. Desde que eu era menino esse homem ganha essa corrida. 

Seu Vicente vinha logo atrás. O eterno segundo lugar. 

Treinava trezentos e sessenta e cinco dias sem parar. Calejava a própria esperança. 

Esse ano tava ele, de terço amarrado no guidão. E uma macumba em cada roda. 

Não trabalhava. Não tinha família. Vivia para o dia em que ganhasse a corrida. 

Eu preferi assistir de pé. Com a câmera na mão. 

O povo dava pescoçadas curiosas. Em que diabo de lugar ele teria arrumado esse troço?

Era a primeira vez que alguém ia filmar a corrida.

Era a última vez que seu Vicente corria.

Velho do corpo. Mas quem não aguentava mais era a alma.

Uma hora depois e vencia a previsibilidade. É claro.

Faz trinta e cinco anos que vem Vicente atrás do primo.

A perna não acompanha a vontade. O coração murcha cansado.

Mas pera aí? O primo perdeu a força. Olha o Vicente ali!

Olha o Vicente ali! Olha o Vicente campeão.

Levei o filme pra cidade. Coloquei na televisão.

Apertei o botão que avança. Precisava ver de novo esse homem ganhar.

Câmera lenta nos últimos quarenta segundos. Olha lá o Vicente.

Olha lá. Olha lá perna do primo parando. Olha lá.

Olha lá a perna do primo girando pra trás.

Só eu sabia mexer na filmadora.

Só eu sabia que o primo tinha deixado o Vicente ganhar.

Só eu tinha guardado aquele momento.

O momento em que o primo era vice

E o Vicente era tudo que Fim da Costa não era: a mais bela ambição.

Se interessou?

Entre em contato com cadaovolpato.cursos@gmail.com ou pelo telefone (11) 3258-7359 para saber mais sobre novas turmas.

Sobre os IBs

Quem são eles? Onde e como vivem? Do que se alimentam? A partir de agora, aqui você também vai encontrar curiosidades sobre os funcionários da Interbrand São Paulo.

Resolvemos criar um espaço neste espaço que nos é tão caro, para falar de um assunto igualmente caro entre nossos colegas: nós mesmos! :)

Em tempos tão sociais, todo mundo quer saber o que o colega do lado anda aprontando de diferente, além do branding e do ambiente do escritório.

Bem-vindos ao nosso mundo!

 

 

 

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Carlota Braga
em

RIP Rogério Duarte

0

Faleceu ontem, aos 77 anos, um dos mentores da Tropicália. O baiano Rogério Duarte foi um dos ícones do design brasileiro e realizou trabalhos importantes em parceria com Gal Costa, Gilberto Gil e Gláuber Rocha, como o famoso cartaz do filme “Deus e o diabo na terra do sol.”

Veja mais aqui.

#RIP

(texto: Carlota Braga imagem: Lucas Machado)

 

 

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Tais Scaroni
em

Naming na Música: Lollapalooza

0

O fim de semana mais esperado pelos amantes de música Indie, do Rap, do Rock, do Hardcore, enfim, da música boa e do agito em geral.

Como aqui na Interbrand a gente adora um bom som, não poderíamos deixar de fazer a nossa homenagem ao tão-querido Lollapalooza.

Conheça a história por trás dos nomes das bandas do Lolla :)

Texto por Pedro Kastelic e imagens por Carlos Teles.

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Interbrand
em

Naming na Música: Jorge Ben Jor

0

Será que você sabe o que há por trás do nome Jorge Ben Jor?

________________________Gostou desse post?

Então confira todos os posta da série Naming da Música:

Aerosmith
Alice Cooper
Audioslave
David Bowie
Blondie
Bob Dylan
Bon Jovi
Capital Inicial
Charlie Brown Jr
The Cramps
Dead Kennedys
Depeche Mode
Dire Straits
The Doors
Elton John
Engenheiros do Hawaii
Foo Fighters
Franz Ferdinand
Green Day
Heart
Velvet Underground

 

Texto: Pedro Kastelic – Imagem: Danilo Toledo

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Interbrand
em

Lado B – Aperte o Play: Marcas que brincam com músicas

0

Como música e marcas são duas coisas apaixonantes, logo que começamos a pesquisar sobre a pauta fomos inundados por exemplos de músicas e ações muito legais adotadas pelas marcas. Era um case mais interessante que o outro, por isso, não conseguimos deixar esses assuntos num post só. Aqui mais alguns exemplos de músicas que fizeram bonito quando o assunto é comunicação:

Um jingle belo

Criado pela Fischer, o tão tradicional Jingle foi um recurso usado deliciosamente pela Vigor na última campanha. Mas cuidado ao ouvir, é possível que essa cremosa voz estilo Mallu Magalhães tome seus pensamentos por alguns dias.

Vire à direita na Rolling Stones

Com criação da Saatchi & Saatchi EMEA de Londres, a Toyota resolveu inovar e deixar com que o percurso escolhesse a playlist do motorista. Na ação, o som do novo carro Yaris, foi conectado a um GPS. Assim, ao entrar em cada rua, o rádio toca uma nova canção. Imagina se esse test drive tivesse sido feito em São Paulo? Precisaríamos de um álbum por rua para acompanhar o trânsito e o tamanho da cidade.

O uso do velho para criar o novo

O disco de vinil já havia entrado para a zona de esquecimento por grande parte das pessoas, até que essa mídia passou a ser considerada “cool” e caiu novamente nas graças dos jovens. Aproveitando essa nova-velha moda, a Africa resolveu apostar em um anúncio-de-vinil para a Budweiser. Basta destacar a peça da revista, colocar no toca-discos e curtir um som do Will.i.am.

Corra sem perder o ritmo

Só de juntar Adidas e Spotify já dá pra saber que o seu treino vai longe. Justamente para deixar ele ainda mais produtivo, as duas marcas resolveram criar um site que monta suas rotas de corrida aliadas com uma playlist feita para você. O portal se chama Boost Your Run e funciona de forma bem simples: Basta digitar aonde você vai treinar, quantos quilómetros pretende correr, um exemplo de música que te inspire e o ritmo do treino (leve, moderado ou pesado). Depois é só aproveitar as opções de rota e a playlist.

Escrito por Tatá Scaroni

Imagens por Alfio Presutti

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Interbrand
em

Marcas nos seus videos favoritos

0

Já se passaram 30 anos desde que uma caixa de Corn Flakes apareceu destacada no video clipe da icônica música de Cyndi Lauper, Girls Just Want to Have Fun. O video que tem quase 80 milhões de visualizações no Youtube, ainda é muito popular. E se a embalagem de Corn Flakes pudesse ser substituída por outra marca ou produto? Agora, uma gravadora quer tornar isso possível.

O grupo Universal Music quer autorizar marcas à inserirem seus produtos em videos musicais já existentes.  A parte técnica do projeto será feita pela Mirrad, empresa de tecnologia que se define, no video abaixo, como “Publicidade para skip generation” e a primeira parceira do projeto será a agência global Hava, que tem clientes-chave como LG e Coca Cola.

A plataforma Mirrad intensifica a publicidade in-video, que segundo pesquisas têm o dobro de chances de se tornarem ‘top of mind’ para os clientes, do que se forem utilizadas plataformas tradicionais.

A Universal vê a iniciativa como uma forma de evitar o processo demorado de conseguir parcerias durante a pré-produção do clipe. Assim, o video pode ser concluído e divulgado, e as ofertas de colocação do produto serem finalizados mais tarde.

O grande desafio neste processo é garantir que os interesses do artista e da marca estejam alinhados.

Texto adaptado por Lara Junqueira

Referência: BrandChannel

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Interbrand
em

Aperte o Play: Marcas que brincam com músicas

0

As músicas levam em si um universo próprio, mensagens em letras e sons que conseguem atingir as pessoas de uma forma inexplicável.

Esse poder de conquistar pelos ouvidos já foi descoberto há muito pelas marcas. Quem não se lembra dos famosos jingles da Varig ou da Parmalat? Mas, ainda hoje, é um recurso que faz a cabeça e os ouvidos dos consumidores, e com um adicional: a tecnologia.

Separamos alguns exemplos recentes onde as músicas foram adotadas pelas marcas como meio de interagir e atrair a atenção dos clientes.

Sintonizando as marcas

Já que a música consegue atingir pessoas de qualquer universo e idade, por que não criar uma rádio que reflete exatamente os interesses do seu target? Essa foi a ideia da Tang e da Veja.

A Rádio Tang, marca da Mondelez e líder na categoria de sucos em pó é a primeira rádio digital brasileira voltada para crianças de 8 a 13 anos. A programação estimula a interação com as crianças em diversos quadros e, a cada participação, o ouvinte ganha Ecoletas, moeda virtual que pode ser trocada por prêmios como mochilas, capas para notebook e sacolas ecológicas, reforçando o posicionamento da marca voltado para a sustentabilidade. A Rádio Tang pode ser acessada pelo site Esquadrão Verde ou pelo celular, por meio da plataforma TuneIn, disponível para os sistemas Android e iOS.

A marca Veja, da Reckitt Benckiser, para comemorar os 45 anos de existência lançou o app Rádio Faxina, uma playlist de músicas para tornar a limpeza da casa um momento divertido. O app, criado pela agência Pong Dynasty, está disponível para Android e IOS e faz parte da campanha “Toda faxina é uma festa”. Nesta fase da comunicação, a marca busca engajar os consumidores pela música, oferecendo quatro estilos musicais diferentes: Pop, Rock, Samba & Pagode e Sertanejo, sob a curadoria do produtor musical Maestro Billy, DJ do programa Caldeirão do Huck.

A Kontor Records também entrou na onda dos discos e, para divulgar a nova música de seu artista Boris Dlugosch, enviou uma mala direta que simula um vinil que pode ser tocado por smartphones. Basta colocar o aparelho em cima do anúncio que o QR Code é ativado e a faixa começa a tocar. E ainda dá para mexer a “agulha” e controlar o tempo da música.

Em busca do batimento perfeito

Esse ano, duas campanhas chamaram a atenção por inovarem criando música através dos batimentos cardíacos. A primeira delas foi uma criação da DM9DDB para a Johnson’s Baby, onde as medidas de 3 bebês durante a gravidez foram usadas pelo músico Jarbas Agnelli para criar melodias. A música final, apresentada às mães, foi executada por uma orquestra sinfônica, formada por 30 músicos e um coral com 10 cantores. É realmente para fazer chorar.

Com o mote “Coração: mais do que um órgão, uma orquestra inteira”, a Becel, por um frequencímetro, mediu os batimentos cardíacos dos noivos, pais e padrinhos de um casamento real e, com ajuda do músico Lucas Lima, uniu essas frequências em uma única melodia.

Uma coisa é fato: Propaganda e música são dois assuntos que carregam em si um toque de magia e quando são combinadas conseguem inspirar ainda mais. São tantos exemplos que poderiam ser citados que, quem sabe, isso não inspire um Lado B para esse post.

Escrito por Tatá Scaroni

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Voltar ao topo
Postado por
Interbrand
em

A música é o barulho que pensa

0

Que música você escuta pra correr? Pra dirigir? Pra trabalhar? Qual a melhor música pro sábado a tarde?

Que música faz a Adidas jogar bola? A Farm ser carioca? Que marketing sensorial é esse?

Lísias Paiva, idealizador do projeto deepbeep, veio aqui na Interbrand SP nos ajudar a esclarecer essas dúvidas. Em um bate papo bem humorado, Lísias nos contou um pouco mais sobre música, conteúdo e, claro, experiência.

Sua plataforma musical produz conteúdo para ser lido, ouvido e compartilhado. Para apaixonados por música, e feito por estes mesmos apaixonados, o deepbeep convida DJs, jornalistas, músicos e outras personalidades a criarem mixtapes exclusivas que reflitam suas inspirações, influências e gostos pessoais.

 

Ao reproduzir a mixtape do DJ Gui Boratto, por exemplo, você não vai escutar o que ele normalmente tocaria em uma festa ou clube. Seria algo mais como o iPod dele, o que ele ouve no dia a dia, o que influenciou e continua influenciando seu trabalho.

Além das seleções, outros elementos da plataforma reforçam a ideia do novo e do exclusivo – daquilo que ainda não foi visto. Como as entrevistas e o estilo fotográfico, que retrata todos os colaboradores em ambientes inusitados, fugindo de clichês como o DJ com fone de ouvido atrás de uma pick up.

Mesmo atuando em um segmento efervescente e renovador, o deepbeep trouxe um jeito diferente de ouvir e falar sobre música, com isso atraiu a atenção das marcas. Em cinco anos de existência, Lísias e sua cria juntaram boas histórias entre marcas e música:

 

Itaú Uniclass

A ideia da seção db moods é proporcionar mixtapes que acompanhem o humor do ouvinte. Criadas em parceria com o Itaú Uniclass, as trilhas são especialmente feitas para inspirar e guiar a rotina de acordo com o temperamento do dia.

 

AirMax Tapes

O AirMax Tapes foi lançado em parceria com a Nike para a promoção da corrida SP-RJ, O Desafio dos 600k. O projeto nasceu a partir de uma coleção de mixes criadas por oito DJs diferentes para aumentar o pique dos esportistas e dar aquela animada na hora de encarar a corrida.

 

DJs CK One ShockA Calvin Klein descobriu a top model Kate Moss. Neste concurso cultural, o perfume Ck One Shock, através de um canal exclusivo no deepbeep, quis descobrir quem é o DJ revelação 2012/013.

 

Schweppes Music + Drinks

Em comemoração aos 230 anos de Schweppes, a marca junto com deepbeep celebraram com um app no Facebookem que o público, apo´s responder a 4 perguntas, recebia uma receita de drink e uma playlist ideal para seu momento, como por exemplo: reunir os amigos em casa em uma noite chuvosa.

 

Sala deepbeep

Este projeto foi inspirado por eventos musicais que ocorrem há anos em Nova York, como o Warm Up, do PS1/MoMA, e o Afterdark, do museu Guggenheim. Em São Paulo, a Sala deepbeep ocupa um dos maiores Centro Culturais do mundo, o CCSP. O projeto promove apresentações exclusivas de artistas da cena alternativa contemporânea.

 

Enquanto a mixtape do Jallo rolava solta, a inspiração era quase palpável. Perceber a força exercida pela música em aspectos tão diferentes (social, econômico, mercadológico, artístico), e com isso enxergar oportunidades emergentes para as marcas foi realmente uma experiência estimulante.

A música transcende línguas e barreiras, faz o corpo se mexer e a alma dançar. Ela comunica, emociona, traz a lembrança. Está presente na natureza e no cotidiano. Música é o barulho que pensa e faz pensar.

Seja através de uma trilha ou evento. Seja para fortalecer o posicionamento, aprimorar a experiência de marca ou comunicar uma plataforma de patrocínio, identificar a estratégia e os formatos mais adequados é a chave para que as marcas possam  usar a música como um alicerce de negócios e assim se beneficiarem ao máximo de todas as vantagens que ela tem a oferecer.

 

Texto por Adriano Alves. Imagens pro Lucas Gini.
Referências:
deepbeep
Houseando
Cidade Marketing
MD Assessoria
Cupcake With Marcia
 

 

 

Leitura relacionada
0 Comentário(s)
Loading... Comente

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *


*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>