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A nova Cyrela

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Desenvolvemos a estratégia e as identidades das novas marcas de Cyrela. Este projeto que durou cerca de um ano e envolveu todas as áreas do nosso escritório é um dos mais importantes do setor.

Durante o processo de investigação e análise do projeto, foi definido que a Cyrela deveria se posicionar de forma diferente como marca corporativa e marca de produto. Para isso, criamos 3 plataformas de marca e 3 identidades diferentes: Cyrela como marca corporativa, Cyrela como marca de produto e Living como marca de produto.

Para a marca corporativa da Cyrela, que se relaciona com os públicos internos, investidores e fornecedores, nós criamos uma nova linguagem de constante renovação, inspirada no movimento do sol desde que nasce até se pôr. As cores utilizadas na identidade compõe um degrade que reflete esse movimento e conceito de continuidade também expressado nos textos e campanhas institucionais do grupo.

A marca de produto da Cyrela foca agora  o seu posicionamento no mercado de alto padrão e luxo. Um dos grandes exemplos dessa nova fase é o lançamento do empreendimento Cyrela by Pininfarina. Na identidade visual, o logotipo sofreu uma reestilização do símbolo da casa, ganhando mais modernidade e leveza. O direcionamento visual da comunicação busca expressar exclusividade e requinte nos detalhes. Para a identidade verbal, construímos uma linguagem aspiracional. O tom de voz repleto de inspiração e poesia se conecta com o propósito da marca e com seu principal público alvo.

A marca Living, que antes focava nos empreendimentos econômicos, agora se posiciona para o segmento de médio padrão.  Para o público da marca, a linguagem também sofreu alterações, trazendo descontração e a felicidade do dia a dia como fios condutores. A identidade visual da Living também expressa essa atmosfera fun através de cores e imagens traduzindo a essência de seu público que busca preencher o espaço com a sua personalidade.

No dia 18 de setembro, as marcas foram lançadas para os colaboradores da Cyrela, dá uma olhadinha como ficou:

 

 

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4 Comentário(s)
Raphael Campos
MUITO LEGAL!
efraim horn
a mesma empresa com as mesmas pessoas na mesma missao o que mudou? por um tempo esquecemos que o espelho em que nos olhamos e analisamos todo dia pode ser um vidro com uma pelicula de prata que impede que sejamos percebidos por quem esta do outro lado. nos tiramos a película de prata, e com isto ganhamos duas coisas.agora vemos e somos vistos atraves do vidro. Queremos transmitir a todos nossos valores, nossa essencia e nosso jeito de ser. queremos estar mais proximos da sociedade, das cidades e de nossos clientes, ter nosso olhar voltado para o exterior. A cyrela irradia vida e nossas diversas marcas agora transmitem esta energia.
Manuela
Parabéns pessoal, muito orgulho de ter feito parte deste momento.
Guber
Parabéns, muito bom, excelente
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IBSP é ouro, prata e bronze no IDEA Brasil 2014!

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Na última sexta-feira rolou a entrega dos prêmios IDEA Brasil, um dos mais importantes do design brasileiro. Nossa equipe marcou presença no evento e trouxe aqui pro escritório um troféu de ouro, dois de prata e um de bronze!

Nosso ouro foi pelo projeto de rebrand da marca Salsaretti. Os projetos de Votorantim Cimentos e Netshoes levaram prata e Allianz arrebatou o bronze.

Parabéns às equipes envolvidas em todos os projetos!

Daniella Giavina-Bianchi, Beto Almeida, Gil Bottari, Fernanda Leite, Camila Papin, Shingo Sato, Rafael Cipolla, Fabio Brazil, Leandro Strobel, Lucas Machado, Fábio Testa, Danielly Tavares, Laura Garcia, Fernando Andreazi, Fabio Palmer, Felipe Valério, Rodrigo Marques, Cristiane Inoue, Pedro Mattos, Ana Paula Mitie, Juliana Hobo e Natalia Zomignan.

Para saber mais sobre o IDEA Brasil, clique aqui.

 

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Descobrindo as chaves para um trabalho transformador.

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Felipe Valério, nosso Diretor de Criação, Head of Verbal Identity, participou do Interbrand Academy 1.0, em Zurique este ano.  Mas antes que você pergunte se o Academy é algum tipo  de treinamento interno, devemos dizer  que ele vai muito além disso. Na realidade, é uma ótima maneira de fazer o que fazemos com as melhores pessoas que temos.

Mais especificamente, o Academy é uma oportunidade única para trabalhar em projetos desafiadores de branding ao lado de grandes executivos da Interbrand – desde  Diretores Executivos e Consultores de Estratégia até CEOs. Todos os anos o encontro acontece em um local diferente entre os escritórios da Interbrando por  todo o mundo e reúne 18 Interbranders sortudos de diferentes regiões. Não é apenas uma oportunidade para conhecer os estrategistas, designers e redatores de todo a rede global, mas também a chance de trabalhar com eles em um ambiente intenso e cheio de energia. E, sim, é tão incrível quanto parece.

No Academy 1.0, Felipe conheceu pessoas realmente inspiradoras vindas de Madri, Milão, Xangai, Nova Iorque, Tóquio e Londres, isso só para citar alguns lugares. Uma dessas pessoas foi Macaila Laubscher, designer da Interbrand Londres, cujo talento para conectar ideias e contar histórias impressionou nosso Diretor de Identidade Verbal.

Após a experiência no Academy, Felipe e Malica trocaram figurinhas sobre o que eles haviam aprendido em Zurique. E agora você confere um trecho dessa conversa:

FELIPE: Olá de novo, Macaila. Como foi participar do Academy 1.0?

MACAILA: Oi, Felipe. O Academy foi um intenso curso de três dias brilhantemente informativo, foi um prazer e um grande privilégio poder ter participado dele. Conhecer colegas de todos os cantos da vasta rede de escritórios da nossa companhia, abriu meus olhos para o quão grande a Interbrand se tornou e como são oferecidas oportunidades tão bacanas para nosso crescimento professional e pessoal. Dentro de minutos, mesmo que a maioria de nunca havia se visto antes, todos mergulharam para enfrentar os desafios estratégicos que foram apresentados e ao mesmo tempo absorveram o máximo de conhecimento teórico possível. E tudo com uma programação extremamente eficiente, palestrantes  que sabiam prender nossa atenção e engajar o público e conteúdo verdadeiramente inspirador – nenhum momento foi desperdiçado.

MACAILA: E quanto a você Felipe, o Academy superou suas expectativas?

FELIPE: No começo, eu estava apenas esperando entender melhor como o pensamento estratégico poderia ajudar nosso escritório a melhorar as entregas verbais e reforçar seu impacto. No entanto, vivenciando o Academy por 20 minutos, percebi que ele tinha a oferecer muito mais do que esperava. Na verdade, o Academy era tão abrangente que trouxe um desafio que eu não estava preparado: como aplicar todos esses aprendizados. Felizmente, a classe era mais prática do que teórica. Nós exploramos cases reais e projetos em andamento, o que permitiu ao time vivenciar e, de uma maneira mais plena, compreender a sinergia entre todas as disciplinas. Meu único arrependimento? Dizer aos meus colegas internacionais que o Brasil estava prestes  a ganhar a Copa do Mundo!

MACAILA: Como você sabe, descobrimos alguns insights surpreendentes no Academy. O que você aprendeu que era novo para você?

FELIPE: Minha primeira e mais importante descoberta foi sobre a relevância de se ter um pensamento estratégico claro por trás de tudo que criamos. Depois de estar mais familiarizado com todas as metodologias, me senti melhor preparado para apreciar o quão transformadoras as marcas podem ser. Em segundo, eu aprendi bastante sobre construir relações com clientes e novas maneiras de apresentar nossos trabalhos aos prospects. E entendi como aplicar essas táticas e princípios em diferentes áreas e situações.

MACAILA: Bem observado. Tendo o conhecimento básico através da minha experiência trabalhando na Interbrand nos últimos três anos, eu conhecia os modelos de estratégia mais elevados e sabia que poderia traçar meu caminho através deles. Porém, agora eu tenho uma compreensão mais profunda do quanto esses modelos podem efetivamente influenciar na qualidade do meu trabalho e na confiança com que me aproximo das marcas.

FELIPE: Dito isso, qual foi a sua parte favorita dessa experiência?

MACAILA: O “projeto sindicato”, que moldou o curso de três dias, nos desafiou a trabalhar em pequenos grupos e à apresentar soluções para uma banca de jurados altamente qualificada da Interbrand. A pressão para entregar um trabalho bem feito em um curto espaço de tempo – com pessoas que você nunca trabalhou antes e que são os melhores no que fazem e que têm seus próprias grandes ideias – provavelmente me motivou mais que a maioria dos projetos com prazo de um mês.

FELIPE: Eu concordo totalmente com você, Macaila. E isso só foi possível pelo  ambiente estimulante e multicultural que nos encontrávamos. Tínhamos 18 pessoas de diferentes países trabalhando juntas em prol de um mesmo objetivo: melhorar a compreensão das abordagens, tanto criativas quanto estratégicas, que fazem da Interbrand, a mais inspiradora e valiosa consultoria de marcas do mundo. Os resultados foram impressionantes. Acredito que todos nós voltamos com insights mais relevantes e maior confiança na nossa capacidade de criar trabalhos globalmente interessantes. Mais um comentário pessoal, eu também curti bastante nossos encontros fora da classe (foundue + vinho + cerveja). Socialmente, com certeza foi muito divertido e engraçado esses momentos, além da oportunidade de ouvir e aprender sobre as experiências em outros escritórios.

MACAILA: Sim, nos divertimos bastante. Mas a propósito, você conseguiu implementar o que aprendemos no escritório em que você trabalha?

FELIPE: Bom, com certeza eu trouxe um novo mantra de volta ao Brasil: se você deseja se conectar com as marcas, primeiro você deve conectar-se com as pessoas. O Academy não só foi inspirador, como também  enfatizou a importância de conectar diferentes áreas de conhecimento visando realizar o melhor trabalho possível. Equipes de Identidade devem ser extremamente estratégicas e equipes de Estratégia devem ser criativas.

MACAILA: Eu concordo. Comunicação entre todas as disciplinas e atividades é a chave para o sucesso tanto de projetos individuais quanto para o negócio como um todo. Designers, por exemplo, devem ser mais integrados aos processos de estratégia desde o começo, ao invés de darem vida aos projetos apenas no final. Suas ideias podem ser essenciais para formar propósitos mais fortes . Em Zurique, nós tivemos a chance de recuar e perceber o que realmente funciona, testando novas abordagens e implementando ferramentas que nos ajudem a criar um trabalho que, de fato, mude o mundo.

Para mais detalhes sobre as oficinas educativas exclusivas da Interbrand, confira o Academy Interbrand: Cultivating Excellence.

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Rebrand australiano

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Você lembra a última vez em que abriu as Páginas Amarelas para procurar algum produto ou serviço? É, com a ascensão digital e depois que Google virou sinônimo universal de “busca”, as ferramentas de localização mudaram. 

Originalmente, a marca australiana Sensis, especializada em sistemas de pesquisa e marketing digital para pequenas e médias empresas, tinha o foco em diretórios impressos, mas a empresa sentia que também precisava mudar.

É aí que entram nossos colegas da Interbrand Sydney, responsáveis pelas novas identidades visual e verbal da marca. O resultado é uma comunicação simples, divertida e direta que posiciona a Sensis na linha de frente dos serviços digitais no mercado australiano. Além de elevar a marca de uma entidade corporativa passiva a uma marca puramente B2B focada em ajudar seus clientes a otimizar seus esforços de marketing.

A nova identidade visual se baseia em torno do personagem Dash, um simpático ratinho que serve de metáfora para o segmento engenhoso e cheio de determinação em que a Sensis atua. O ratinho é o elemento central e serve como plataforma para os demais pilares da comunicação.

O ilustrador alemão Tim Boelaars foi encarregado de criar um verdadeiro zoológico de personagens que interagem com o Dash, enriquecendo o storytelling criado para a marca.

Oliver Maltby, Diretor Criativo da Interbrand Sydney, comenta: “Cada historia usa uma simples metáfora que é relevante ao problema do negócio, como crescimento (Girafa), conhecimento (Coruja) e tecnologia (Robô). Aliando os personagens com uma linguagem visionária e encorajadora, o marketing digital é apresentado de uma nova maneira, mais humano e acessível”.

Ao comparar os logos, é interessante perceber como um roedor pode mudar a percepção de uma palavra, indo de algo beirando o vazio e o genérico para um nome que faz você usar seus sentidos e sensibilidade.

A execução charmosa do ratinho, feita com o mínimo de traços possíveis, remete à simplicidade e o torna bastante atraente, combinando com a tipografia para aquele “ar digital”.

Não precisamos falar que já somos fãs do Dash, né?

 

Texto adaptado por Adriano Alves.
Referência: Stand Apart.

 

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Cada nome tem seu lugar

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Quem trabalha com gestão de marcas já está cansado de saber que a escolha do nome de uma empresa é um processo muito mais difícil do que a escolha do nome de um filho primogênito.

Sim, naming consegue ser mais complexo que agradar a sogra, o parceiro e ainda pensar em todos os possíveis riscos de bullying que a criança pode sofrer.

O nome da marca precisa ser atraente, visual, condizente com o posicionamento da empresa e, principalmente, atemporal. Afinal, quem funda uma empresa espera que ela permaneça atual e prospere “para sempre”. Ah, isso sem falar nas questões legais, de registro etc. Mas e se as cidades, estados e países passassem por um processo de naming?

Após uma rápida pesquisa já é possível perceber quantos nomes de localidades são pouco atraentes. Tá, provavelmente um dia eles devem ter sido efetivos para a população local ou para o momento histórico da região, mas hoje não seriam lá muito bem recebidos pela população.

Separamos aqui alguns nomes que poderiam ser repensados. E se houver interesse de alguma prefeitura nos serviços de naming, nossa equipe de Identidade Verbal está aqui para isso. Esperamos que você concorde, leitor. E, sim, pode sugerir alguns.

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- Rio de Janeiro: O nome já surgiu de um equívoco. Confundir uma enseada com um rio realmente não faz muito sentido. Ou faz?

- Espírito Santo: Foi-se o tempo em que a base religiosa dominante era uma só. Vivemos em um Estado laico e o nome dos estados também deveriam ser.

- Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável. Realmente não é atraente, nem o significado e nem a sonoridade. Seria uma boa ideia unir o Pa’ra (rio) com Porã (também do Tupi, que quer dizer bonito). Paraporã seria mais simpático e com um significado muito mais positivo.

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Quem acertou?

————————————————————————————————-

- Amazonas: Um dos nomes mais precisos e significativos do território brasileiro: Além de transmitir a garra do povo brasileiro, ainda resgata a identidade dos nossos guerreiros indígenas e relembra o papel da mulher na sociedade, principalmente em tempos de alta no feminismo.

- Holanda: É outro nome muito eficaz. Do germânico “holt”, “coberto de árvores”, e “land”, “terra”. O nome em holandês Nederland também vem do germânico e significa “terras baixas”. Daí a outra denominação em português: Países Baixos. Um nome sonoro e significativo, que condiz com a imagem do país. O único problema é que a dupla dominação pode confundir o target.

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Viu, o nome certo faz a diferença e, como diria a propaganda do Sebrae, a mão de um especialista também.

 

Texto por Tata Scaroni

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Pedrinho
Paraporã é mais simpático? Bem, tem gosto pra tudo. Acho a sonoridade de Paraíba muito mais simples. Isso mostra a verdadeira função de um nome: nomear. Nada mais. Paraíba é uma palavra que nomeia um estado. É disso que as pessoas precisam. O significado dela fica a título de curiosidade.
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Em uma palavra: quer ser o nosso redator freela?

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A gente acredita em palavras. A gente acredita que elas devem ser criativas e estratégicas. A gente acredita que uma marca que conversa de um jeito único inspira um mundo só dela. E a gente acredita que alguém que também acredita nisso tem tudo pra ser nosso redator freela.

Aqui na Interbrand a gente trabalha com marcas de um jeito tanto estratégico como criativo. E o que um redator tem a ver com tudo isso? Bem, t-u-d-o. Marcas falam com a gente o tempo todo. Estamos procurando alguém com disposição e experiência para ajudar a gente nessa conversa.

É por isso que queremos um redator apaixonado não só por palavras, mas pela estratégia e pelo design por trás delas. Além de ser um trabalho de escrita, é um trabalho de pensamento, discussão e análise crítica.

“Tá, mas o que eu vou fazer exatamente?”

A resposta é curta, mas não é simples: você vai ajudar a inspirar e a construir o pensamento verbal por trás das marcas. No mundo real isso significa criar nomes únicos para produtos e serviços, definir conceitos verbais, construir diretrizes de linguagem específicas, fazer auditorias de mercado e criar conteúdos que nos ajudem a tornar teoria em prática.

“E como eu faço para tentar essa vaga?”

Primeiro você precisa se enxergar nessa vaga (e na responsabilidade que vem com ela). Depois, é só enviar um e-mail para o Felipe Valério (felipe.valerio@interbrand.com), nosso Gerente de Identidade Verbal, com seu portfólio, pretensão salarial e, se tiver, algum projeto pessoal que ache que vale a pena a gente conhecer.

Muito importante:

- pelo menos 3 anos de experiência como redator
- inglês afiado
- disponibilidade para trabalhar como freelancer por 3 meses
- experiência em construção de marcas (naming, personalidade, tom de voz) é um diferencial

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Fábio Rodrigues Angelini
Olá! Sou REDATOR desde 1995 e curto muito branding. Como nos últimos anos trabalhei bastante com marketing imobiliário, criando conceitos, nomeando produtos e as partes que os compõem, tive oportunidade de navegar bastante por essas águas. Passei pela MPM:Lintas, Grupo Eugenio, OgilvyFAV e LP Comunicação (sua vizinha), onde estou desde maio de 2012, mas saindo em breve. Meu repertório? Adv, pop, web, merchan, promo, mkt imobiliário, endomkt, mkt direto, roteiros para produtoras, Faço frilas de forma contínua (não tanto quanto gostaria este ano, que foi bem parado até agora). Se meu perfil interessar, meu portfólio está no cargocollective.com/fabioangelini Valeu!
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Sobre o significado das palavras…

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Significado:
sig.ni.fi.ca.do
adj (part de significar) 1 Que se exprimiu, que se manifestou. 2 Notificado, declarado. sm 1 Significação, sentido, acepção. 2 Sentido de qualquer símbolo, frase ou palavra mais ou menos obscura; interpretação. 3 Valor, importância, alcance.

E então, devemos acreditar no dicionário, na ciência, no poeta, em uma criança ou na experiência para entender o que uma palavra quer dizer? Será uma explicação mais verdadeira do que outra? Maior que a outra?

Ao usarmos essa ou aquela palavra – para um texto, um nome, uma ideia, uma plataforma de marca – há  sempre uma intenção na escolha. Já ouvi um poeta dizer que “quem acredita em sinônimos é um daltônico verbal”. Ou seja, se a palavra muda, o significado muda. O entendimento também.

Isso acontece porque cada um tem o seu ouvido e o seu jeito de interpretar as palavras que lê ou escuta. Pode variar de acordo com as experiências vividas, referências, níveis de compreensão. Tem mais: somos feitos de lembranças, sonhos e vontades.

Aprendemos que porta é porta, copo é copo, família é família e desejo é desejo. Mas será que esse é um entendimento compartilhado e imutável?

Para o dicionário, desejo é
de.se.jo (ê) sm (baixo-lat desidiu) 1 Ação de desejar. 2 O que se deseja. 3 Anseio, aspiração veemente. 4 Cobiça. 5 Apetite, vontade de comer ou de beber. 6Apetite carnal, concupiscência. 7 Desígnio, intenção.

Para Adriana Falcão, desejo é uma boca com sede. Já a Wikipedia olha para o desejo pela lente da filosofia e diz que “desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação.”

Mas como fazer para que a nossa audiência escute a palavra que falamos (ou escrevemos) como a escolhemos? E quando usamos uma palavra abstrata?

Podemos não ter total controle do que uma palavra pode soar para o outro, mas podemos direcionar a compreensão do receptor da nossa mensagem. Nada como contexto, certo?

A mesma palavra quando dita pela Fernanda Montenegro, escrita pelo Saramago e cantada pelo Criolo soa de jeitos diferentes. É a mesma palavra, mas com significados diferentes. E isso é incrível. Faz da nossa língua viva, nossos caminhos infinitos e o nosso mundo muito mais interessante.

Palavras não vivem sozinhas. E construir o ambiente para a palavra viver, ajuda nos significados que queremos criar. Quando bem colocadas e bem acompanhadas, elas podem fazer uma reviravolta no seu mundo.

Os novos significados para as velhas palavras mudam o mundo. Estabelecem novas regras e reinventam as experiências.

Escolha bem as suas palavras. Crie universos e convide pessoas a navegar por esse mar de letrinhas com você.

 

Texto por Carol Cernev. Imagens por Alfio Presutti.
Referências:
UERJ
Michaelis
Wikipedia
Mania de Explicação, Adriana Falcão

 

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Tem samba no branding. E tem muito branding no samba.

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Todo mundo sabe que as marcas fazem uso da música para construir experiências – seja no jingle ou no toque do celular. Tá, mas e o contrário? Será que as músicas usam as marcas pra colorir a composição? Podem acreditar, é mais comum do que se imagina. 

Mas isso é novidade? Que nada. Jobim, lá atrás, já cantou “fotografei você com minha Rolleiflex” (famosa marca de câmeras fotográficas) enquanto Roberto Carlos encantava mil garotas em seu Cadillac (antes de trocá-lo por um Calhambeque). Já Renato Russo, em Geração Coca-Cola, usou a marca para fazer criticas à juventude de seu tempo.

 

A verdade é que se as marcas fazem parte do nosso dia a dia, é inevitável imaginar que elas ganhem espaço na música popular. É o caso do samba da Beth Carvalho que diz:

 

Em Diariamente, composição do Nando Reis que a Marisa Monte cantou, várias marcas do cotidiano são trazidas para os versos. E, assim, a poesia se torna mais concreta e verdadeira.

O interessante é ver que, ao incluir marcas nas músicas, o compositor nos ajuda a entender o contexto, época, cultura, anseios ou situação social que ele quer descrever. É o que fizeram os Mamonas Assassinas em muitas de suas músicas:

Em tom muito mais contestador do que bem-humorado, Mano Brown citou várias marcas para ilustrar sua vivência nas favelas e cadeias paulistanas:

Mas as marcas nunca tiveram tanto espaço na música como no funk ostentação, estilo que nasceu em São Paulo e ganhou o Brasil nos últimos anos. Com letras que exaltam o consumo acima de tudo, aqui marcas de motos, carros, bebidas e moda são lembradas a cada verso.

MC Boy do Charmes e MC Pocahontas

Esses são só alguns exemplos de músicas que trazem marcas em suas letras. Existem muitos outros. Mas o mais legal, na verdade, é entender como os atributos de uma marca ajudam o compositor a transmitir sua mensagem de um jeito real e autêntico – como pede uma boa melodia.

 

Texto: Fernando Andreazi, consultor de identidade verbal. Imagem por Natalia Zomignan.

 

 

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