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Carlota Braga
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Marcas X esportes #2º round – Sicredi e o futebol

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No segundo post da nossa série vamos falar de colaboração. Vamos falar de Sicredi.

Sicredi é uma marca construída a muitas mãos. Que une pessoas e paixões em busca de impacto positivo em negócios e na sociedade. E como relacionar paixão com esporte sem lembrar do futebol? O coração do brasileiro realmente bate mais forte quando o assunto é bola na rede.

Outro fator que liga o Sicredi ao futebol é a história. A instituição financeira abriu a primeira cooperativa de crédito brasileira em 1902. Coincidentemente, apenas dois anos após a primeira partida de futebol nas Olimpíadas de Paris (o futebol foi um dos primeiros esportes em grupo nos jogos).

O cooperativismo é a ideia principal do Sicredi. E do futebol também. É impossível jogar uma partida com uma pessoa só. O time só se faz com um conjunto de pessoas com características diferentes e que jogam juntas por um objetivo em comum. Como o Sicredi, que tem mais de 3,2 milhões de associados que crescem juntos.

(Texto: Taís Scaroni Arte: Caio Alonso)

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E se as marcas fossem esportes?

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#1º round – LATAM e o nado sincronizado

Falar de marca é falar de identidade. Isso a gente sabe muito bem. As marcas guardam simbologias, mensagens, ideais e personalidade. Assim como os esportes. Sim. Dizer que você faz hipismo é muito diferente de dizer que você luta boxe. Ou seja, os esportes também podem dizer muito sobre quem os pratica.

Inspirados pelo clima das Olimpíadas e Paralimpíadas, que acabaram de começar, surgiu a pergunta: “e se as marcas fossem esportes, quais seriam?”

Para chegar na resposta, resolvemos olhar para as marcas que ajudamos a construir aqui dentro da IB. Afinal, essas a gente conhece bem a fundo: da estratégia à paleta de cores.

Para começar a partida, nada melhor do que a LATAM, que ajudamos a decolar e é a companhia aérea oficial dos jogos.

A LATAM é uma marca feita de detalhes: a tipografia que lembra as asas de um avião, o nome que carrega suas origens, as cores que contam história de forma calorosa e elegante.

Pensamos que a LATAM seria o nado sincronizado.

O nado sincronizado é um tipo de balé praticado em uma piscina funda. É um esporte extremamente elegante e moderno, que se tornou olímpico em 1984, nas olimpíadas de Los Angeles.

Assim como a LATAM, o esporte também é minucioso e preciso. Só assim para conseguir manter a sincronia e a beleza dos movimentos. 

É sempre praticado em grupos ou duplas, com as pessoas dançando em perfeita harmonia, no mesmo ritmo e na mesma batida. O que lembra muito a sintonia do time da LATAM, que tem mais de 50 mil pessoas trabalhando juntas para levar o melhor da América Latina para o mundo.

E, apesar da leveza para quem vê, o nado sincronizado exige força das nadadoras para vencer a resistência da água, bem parecido com o trabalho da companhia aérea para fazer decolar milhares de voos todos os dias.

Além disso, as bailarinas não tem contato com o chão, e sustentam o corpo pelo movimento. É como se estivessem voando, só que dentro da água.

Acompanhe nos próximos dias mais posts da série “E se as marcas fossem esportes?”

(Texto: Taís Scaroni Arte: Caio Alonso)

 

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Naming no esporte – #9

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Você sabe o que está por trás do nome Vôlei?

Saiu mais um post da série #NamingNoEsporte.

#9 – Vôlei

Foi o americano William G. Morgan quem criou e batizou o esporte, que surgiu em 1895 como uma alternativa menos cansativa ao basquete. O nome escolhido foi “Mintonette”, e era praticado com câmaras de bolas de basquete.

Somente um ano depois, impressionado com a velocidade (ou o “volley”) das bolas em uma demonstração do novo esporte, é que o professor Alfred T. Halstead surgeriu a mudança para voleibol.

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Naming no esporte – #8

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Você sabe o que está por trás do nome Tênis de mesa, o famigerado Ping Pong?

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 #8 – Tênis de Mesa (ping pong)

“Tênis de mesa” leva esse nome porque é uma adaptação do tênis tradicional para uma mesa. Pode parecer óbvio e, de fato, é. Mas essa história ganha a emoção das bolinhas quicando para lá e para cá quando olhamos para o nome “ping pong”.

Inspirado no som que as bolinhas fazem quando estão em ação, o apelido da modalidade ajudou a popularizar o esporte e, pouco tempo depois, acabou registrado por uma fabricante de brinquedos.

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Naming no esporte – #7

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Você sabe o que está por trás do nome Tênis?

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#7 – Tênis

O tênis, como a gente assiste e joga hoje em dia, nasceu na Inglaterra, no século XIX. Já o seu nome surgiu um pouco antes, na França, no século XVI. Naquela época, o esporte não era praticado com raquetes, mas com luvas.

“Tênis” vem do francês “tenez” e significa “segure, receba”. Sempre ligado à nobreza e à elite, por muito tempo o esporte foi chamado de “tênis real”.

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Mascotes Olímpicos: da personalidade ao personagem

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Quando uma lágrima escorreu pelo olho esquerdo do simpático ursinho Misha, não eram só os Jogos Olímpicos de Moscou que se encerravam – era a largada para um novo jeito de lidar com mascotes olímpicos.

mas.co.te

Se procurarmos mascote no dicionário, vamos encontrar: “uma pessoa, animal ou coisa que se considera como capaz de proporcionar sorte, felicidade”. É isso, mas desde a antiga União Soviética, em 1980, não é mais isso. 

Desde Moscou 1980 até Rio 2016, os mascotes olímpicos evoluíram, ganharam personalidade e se tornaram protagonistas da diversão dos Jogos em cada país. Os mascotes combinam o que há de melhor do espírito olímpico com os diferenciais da cultura de cada país. O resultado dessa mistura é o sucesso comercial. O curioso é pensar que tudo isso começou, justamente, em um país até então comunista.

Foi dada a largada

O ano era 1977. Ainda faltavam 3 anos para os Jogos de Moscou, mas o dilema de qual mascote representaria a União Soviética para o outro lado da cortina de ferro da Guerra Fria já fervia na cabeça dos organizadores russos.

O urso, animal comum nas fábulas e na região, foi escolhido após mais de 40 mil cartas de espectadores de um programa da televisão e leitores de um jornal de esportes, ambos soviéticos. Até aí, a tarefa foi fácil. O desafio seria desenhar um mascote completamente original – a possibilidade de que o urso remetesse a algum desenho animado dos Estados Unidos apavorava os organizadores.

O resultado perfeito veio das mãos do ilustrador Viktor Chizhikov: Misha. Mas, o que Misha tinha que os outros mascotes não tinham?

Uma história para contar

Um ano após a sua criação (ou o seu nascimento) Misha já ganhava o espaço na nave “Soyuz”, indo passar um tempo na estação espacial soviética “Salyut 6”. Se Estados Unidos e União Soviética não competiriam nas pistas olímpicas após o boicote estadunidense, a corrida espacial era intensa e o urso Misha buscava a liderança.

No entanto, o que Misha tinha de especial estava muito mais próximo que o espaço: carisma.

Se marcas são (ou devem ser) como pessoas: com personalidade, propósito para existir e um jeito próprio de se expressar, os mascotes são a expressão máxima (e mais simplificada) de tudo isso. E existe melhor jeito de contar tudo isso do que uma história?

Alívio cômico

As Olimpíadas, ao menos no papel, são um momento de celebração e união dos povos. Na prática e nas pistas, porém, a pressão é bem maior. Faça o teste: tente assistir uma prova de natação ou de salto em altura sem ficar um pouco nervoso na hora que os atletas batem a mão na borda ou passam as costas pelo sarrafo.

Imagine então assistir a tudo isso ao vivo, do estádio. Imagine estar na pele de um atleta que está prestes a liberar todo o esforço que seu corpo pode dar assim que soar o apito. Imagine ser, por alguns momentos, o símbolo maior de vitória (ou de derrota) de um país inteiro.

Se os Jogos Olímpicos são o maior espetáculo da Terra, podemos compará-lo com um circo: sempre após a equilibrista se arriscar a metros de altura ou o domador de leões colocar a sua vida em risco em frente ao público, vem o palhaço e faz esse mesmo público rir. Das crianças até os adultos.

É comum dizermos que atletas como Usain Bolt, Michael Phelps e Serena Williams treinam exaustivamente para serem verdadeiras máquinas na hora de competir. É nessas horas de tensão extrema que os mascotes são mais importantes: para trazer de volta o lado mais “humano” para os Jogos.

(Texto: Pedro Kastelic Arte: Caio Alonso)

 

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Quem somos nós nos Jogos Olímpicos

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Os Jogos Olímpicos 

Rio 2016 vão começar e nossas mentes e corações estão entrando cada vez mais no espírito. Para homenagear esta largada, fizemos uma pesquisa com todos os escritórios da Interbrand no mundo, para saber quem somos nós na fila do pódio, quer dizer, qual é o “perfil demográfico” da Interbrand quando o assunto é esporte.

O resultado é este divertido inforgráfico abaixo.

 

Que comecem os jogos!

 

 

 

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Naming no esporte – #5

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Você sabe o que está por trás do nome Pólo aquático?

Saiu mais um post da série #NamingNoEsporte

#5 – Polo aquático

Nada de cavalos nadando, nem de cavalos marinhos. A história por trás do polo aquático, que já foi chamado de “rugby aquático” e que, junto do futebol, foi o primeiro esporte coletivo a integrar os Jogos Olímpicos, é bem mais diferente e curiosa.

A modalidade leva o nome “polo”, na verdade, porque em seu início os atletas competiam montados em cima de barris e batiam na bola com uma marreta – o que lembrava o clássico esporte equino.

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