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Carlota Braga
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Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2016

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Na última quinta-feira, 01/12, lançamos o ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2016, no auditório do Insper, em São Paulo. Cerca de 250 convidados conheceram em primeira mão os resultados deste ano, que mais uma vez, contemplou os setores de bancos e bebidas nas primeiras posições.

Como nos anos anteriores, o ranking é acompanhado de um estudo, pautado em um intenso e minucioso trabalho de pesquisa e alinhado com a metodologia certificada da Interbrand. O tema deste ano, “Crise e Crescimento: de que lado sua marca está?”, foi debatido no palco por um time nada convencional: Cristina Junqueira, do Nubank, Ricardo Soares, da Brasil Senior Living, Rui Porto, da Havaianas e Facundo Guerra, empresário paulistano, compuseram o nosso sofá e receberam perguntas dos diretores Daniella Bianchi e Beto Almeida e também da plateia.

Para conhecer o Top 5, os Maiores Crescimentos e todos os insights das Marcas Brasileiras Mais Valiosas 2016, acesse www.rankingmarcas.com.br.

Junte-se a essa conversa nas redes sociais com as hashtags #MBMV2016 e #CriseCrescimento.

 

 

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Carlota Braga
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Best Indian Brands 2016

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A Interbrand Índia acaba de revelar suas 40 melhores marcas e podemos tirar alguns aprendizados com isso, a começar pelo fato de que 90% das marcas continuam a crescer de forma consistente. Tata é um grande conglomerado que mantém a primeira posição pelo quarto ano consecutivo. Maruti Suzuki, HDFC Bank e Mahindra tiveram os maiores índices de crescimento neste ano.

“As marcas indianas devem acelerar o seu crescimento para competir globalmente. Essas empresas já cresceram de indústrias para conglomerados. Os conglomerados estão agora tentando crescer globalmente, transcendendo territórios, reinventando seu propósito e despertando para a cidadania corporativa. Esta mudança é marcada por marcas lideradas pela indústria de transformação, inovações centradas no cliente e difusão digital. Tecnologia, telecomunicações e automobilística são os setores de crescimento emergentes. Setores de saúde, e-commerce, moda, luxo e esportes são as próximas grandes oportunidades”, celebrou Gonzalo Brujó”, CEO EMEA e LATAM da Interbrand. 

Veja o relatório completo aqui

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Carlota Braga
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Porque amamos as Breakthrough Brands?

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A Interbrand divulgou na semana passada o primeiro Breaktrough Brands, um estudo construído para celebrar a nova geração de marcas que vai dar muito o que falar. Entre as 60 marcas selecionadas estão startups, marcas que questionam, que surpreendem, que rompem categorias, que criam desejo e que mudam a nossa forma de consumir.

A lista foi construída a partir de sugestões de uma rede de influenciadores do mundo todo e consolidada com base nos critérios de força de marca da Interbrand.

Basicamente, as Breaktrough Brands são marcas com menos de 10 anos, com alta capacidade de gerar mudanças, de criar novos produtos, novas tecnologias, que crescem num ritmo muito acelerado, atraem atenção e se conectam de forma inspiradora com o seu público.

O mais interessante do estudo é que aqui não temos ganhadores e perdedores e como as Breaktrough Brands não precisam ser globais, entre elas estão marcas do mundo inteiro, de economias estabelecidas e emergentes. As marcas estão agrupadas por insights e setores de destaque. E, pela primeira vez, orgulhosamente, 3 marcas brasileiras integram um estudo Global da Interbrand. São elas: Nubank, dobem e Sensorbox.

Depois de passar horas, dias e meses estudando, a gente se apega muito a cada marca. Se eu pudesse eleger uma única coisa em comum entre todas as Breaktrough Brands é a capacidade de encantar quem se conecta com elas. E é nesse espírito que eu listo aqui algumas entre as minhas favoritas:

MyMuesli: A marca de origem alemã tem crescido na Europa toda oferecendo aos seus consumidores a chance de customizar seus cereais matinais com inúmeras opções ultra saudáveis, certificadas, orgânicas e livre de conservantes. A identidade visual é absolutamente incrível. Juro que dá vontade de comer com os olhos!

Everlane: A Everlane é uma loja de roupas online muito classuda mas a sua grande inovação está no relacionamento pautado pela “transparência radical” com seus consumidores. Cada item à venda no site tem ao lado seus custos de produção em detalhes como material, transporte, impostos etc., além da margem da loja. O consumidor também pode ter uma ideia de quanto, em média, esse item custaria em um varejo comum. Incrível.

Magic Leap: Considerada pelo Wired como a startup mais “hot” do mundo, a Magic Leap promete trazer a mágica de volta e repensar a forma com que a tecnologia interage com as pessoas. A Startup recebeu um financiamento privado de mais de 800 mihões de dólares e com a sua tecnologia Mixed Reality Lightfield Signal consegue combinar tecnologia 3D com o mundo tal e qual enxergamos. Dizem eles que são capazes de fazer baleias saltarem do piso de um ginásio e permitir que alguém consiga segurar o sistema solar na mão. Eu acredito.

Shinola [Detroit]: A Shinola começou a operar em 2013 e em pouco tempo deixou de ser uma fábrica de relógios para se transformar numa marca de estilo de vida, que produz de tudo, de objetos de couro a bicicletas. Mas o mais interessante é a forma como a marca celebra a cidade de Detroit e faz disso o seu propósito. Enquanto a maioria das empresas de manufatura abandonou a cidade que hoje sofre as inúmeras consequências da desindustrialização, a Shinola optou por instalar a sua fábrica lá justamente para levar empregos e trabalhar pela revitalização da cidade.

Sweetgreen: Na linha “garden to table”, a Sweetgreen tem um simples propósito: apoiar as comunidades e construir relacionamentos significativos ao seu redor. Se apresenta como uma marca que serve comida saudável, com ingredientes locais e orgânicos de agricultores e parceiros conhecidos e confiáveis. Tudo num espírito tão intimo que a Sweetgreen faz questão de apresentar os seus parceiros e promover a interação deles com os consumidores.

Baixe o estudo completo aqui.

 

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Carlota Braga
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Breakthrough Brands aponta para o futuro e crescimento das marcas

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A Interbrand lançou hoje, em parceria com o FacebookNew York Stock Exchange (NYSE) e Ready Set Rocket, um estudo inaugural que examina as marcas mais inovadoras do cenário global atual e traça um panorama da nova geração. Estamos muito contentes de anunciar que, pela primeira vez em um estudo global, três brasileiras apareceram na lista: Nubank (Finanças), do bem (Alimentos & Bebidas) e Sensorbox (marcas que nascem de um propósito).

Simultaneamente ao evento de lançamento em NY, que teve transmissão ao vivo na página da Interbrand no Facebook, recebemos os representantes da Nubank, do bem e Sensorbox para compartilharmos os principais insights a respeito da metodologia e dos critérios deste relatório, além de celebrar juntos os resultados, é claro!

Marcos Leta (do bem), Carlos Sarcinelli (Sensorbox), Daniella Bianchi (Interbrand) e Cristina Junqueira (Nubank)

Agora é hora de compartilhar com você o DNA do Breakthrough Brands.

O estudo foi feito com base em critérios que antecipam o cenário da nova geração global de marcas. Entre as 60 selecionadas estão startups, upstarts, challengers, problemsolvers, innovators e category creators, que aquecem o cenário do BestGlobalBrands, que lançamos todos os anos.

“Quando se trata de inovação e mudança, não há vencedores e perdedores. O relatório é construído em torno de avanços agrupados por ideias-chave, para que possamos entender como marcas de diferentes setores estão incorporando estas características e mudando nossa maneira de consumir”, diz Daniella Bianchi, diretora executiva da Interbrand São Paulo.

A lista foi consolidada a partir de sugestões de influenciadores do mundo todo, composta por líderes que representam a vanguarda de pensamento em suas áreas. Das 200 marcas sugeridas inicialmente, o time da Interbrand selecionou 60, que compõem o estudo final.

Critérios e Metodologia

As marcas destacadas neste estudo foram escolhidas com base em idade (menos de 10 anos), capacidade de mudança, potencial de crescimento e repercussão. Elas não aparecem ranqueadas e sim agrupadas por 10 insights, 3 setores de destaque e 2 categorias adicionais.

Além das marcas brasileiras citadas no estudo, algumas outras também já têm atuação no Brasil, como DuolingoVSCOXiaomiWechat, entre outras. Veja aqui a lista completa das marcas, critérios e categorias.

Nubank, do bem e Sensorbox em destaque

É a primeira vez que marcas brasileiras se destacam em um estudo global da Interbrand, por romperem fronteiras, apresentarem um modelo de negócio único e até mesmo uma nova tecnologia. A Nubank transformou a maneira de se pensar dinheiro. A do bem desafiou o conceito de comida industrializada. E a Sensorbox criou uma solução completa de monitoramento de ambientes a baixo custo e trouxe mais segurança para as empresas. Por isso, essas são as representantes brasileiras nos setores de finanças, alimentos & bebidas e marcas que nascem de um propósito.

“A gente desenha os nossos produtos para funcionar bem e isso vai desde a equipe de atendimento no call center até a engenharia de produtos e serviços. Nossa filosofia é ter uma oferta enxuta e simplificada de serviços, porém eficiente e assertiva. A começar pelo nome “nu”, nosso statement é a transparência”, Cristina Junqueira, VP da Nubank.

“Nossa primeira pergunta foi: tudo está evoluindo, desde as tecnologias até a medicina, e a gente continua bebendo o mesmo xarope com açúcar de sempre. Aí, juntamos as melhores tecnologias, desde a busca pela melhor fruta até a entrega da embalagem, para oferecer uma bebida 100% fruta, que atendesse o Brasil inteiro”, Marcos Leta, sócio fundador da do bem.

“Para o ambiente de uma empresa funcionar, seja ela uma grande companhia de telecomunicação ou a sorveteria do bairro, é necessário uma cadeia de fatores  fluindo bem, desde as condições climáticas até o fornecimento de energia elétrica. Com base em análise de dados, nós atuamos de maneira preventiva para garantir que toda essa cadeia funcione”, Carlos Sarcinelli, CEO da Sensorbox.

Junte-se a essa conversa nas redes sociais com a hashtag #Breakthrough2016 e acompanhe nossas redes sociais para saber mais sobre as outras marcas selecionadas no estudo, que está disponível para download no site breakthroughbrands.com.

 

 

 

 

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Diego C. Ferreira
Inspirador saber que nossas marcas estão presentes nesse movimento. Ótimo post!
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Anatomia do Crescimento: sobre a associação entre Microsoft e LinkedIn

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(Artigo original por Josh Feldmeth, CEO da Interbrand na América do Norte)

Essa semana a Microsoft anunciou que irá pagar 50% a mais sobre as ações da LinkedIn para comprar a empresa. A transação de 26 bilhões de dólares será a maior que a Microsoft já fez.

O consultor Roger Martin chama as fusões e aquisições de “Jogo de Xícaras” e afirma que “ De 70 a 90% das aquisições são extremamente falhas.” Mas se olharmos para a alma do negócio, é possível perceber o potencial de crescimento neste caso. Separamos aqui três sinais de que essa transação pode impulsionar não só as duas empresas como suas marcas.

1. A proteção contra o risco de rompimento.

O LinkedIn construiu o seu negócio pautado em um conjunto claro de promessas. O seu objetivo sempre teve um foco claro – ser uma rede de carreiras – e ao longo do tempo tem reforçado a plataforma através de mídia mais elaborada e mais recursos sociais. Os usuários sabem exatamente o que esperar e raramente são desapontados.

A Microsoft reconheceu essa força de rede social quando afirmou que Jeff Weiner vai continuar como CEO no LinkedIn e que a companhia vai “continuar com sua marca diferenciada, sua cultura e independência”. Não romper com a cultura e a imagem da rede é uma barreira forte contra confusões no mercado e a ambiguidade que isso poderia despertar em relação à marca.

2. Objetivo relevante e compartilhado

Em linhas diretas, a união do software Microsoft com a plataforma social LinkedIn parece que realmente faz sentido. Mas, na prática, não é com isso que os usuários reais – e isso inclui funcionários e profissionais – estão preocupados. O que as pessoas querem é uma plataforma mais simples e produtiva, além de oportunidades de carreiras mais desafiadores e de sucesso.

3. Uma melhor proposta de valor

Os custos da sinergia geralmente são bem claros, mas encontrar crescimento em Fusões e Aquisições é mais difícil. Praticamente tudo tem que sair conforme o planejado – as culturas têm que casar, os propósitos de valor têm que ser fortes e os produtos devem se tornar mais úteis e poderosos. É aqui que essa combinação começa a valer a pena. A soma da funcionalidade das ferramentas da Microsoft, como o Office por exemplo, com a experiência do usuário intuitiva e pessoal do LinkedIn tem o potencial de criar valor para a plataforma e trazer novos usuários para os aplicativos Microsoft em um contexto inesperado. Temos inúmeras ferramentas para empresas e profissionais hoje: nenhuma é tão poderosa como a Microsoft e nenhuma plataforma profissional é mais popular que LinkedIn.

Se essa junção Microsoft/LinkedIn conseguir entregar uma experiência conectada com a vida das pessoas, isso não só vai fazer crescer a base de usuários do LinkedIn como também vai direcionar esse contingente de maneira integrada para os produtos Microsoft. Resumindo, é uma união que tem uma forte proposta de valor, e é isso que dá base para o crescimento.

Estamos de olho!

Leia o artigo original no Interbrand.com

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