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Lara Junqueira
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Porque as marcas devem amar o Hyperlapse

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Você compartilha, tuíta, posta, salva, e com o mais recente aplicativo do Instagram, Hyperlapse, agora têm mais controle do que nunca sobre as suas expressões de vídeo. Lançado em agosto, o aplicativo permite criar e editar vídeos de alta qualidade, o que anteriormente só era feito com equipamentos volumosos e caros. Mas, mais importante, por ser simples de usar, ele permite que os usuários se concentrem na criação e experimentação.

Alguns dos recursos fornecidos pela Hyperlapse são a melhoria da tecnologia de estabilização de video, a reprodução em velocidade até 12 vezes mais rápido e um design simples, que facilita a edição.

O aplicativo foi criado separadamente do Instagram, para que não fosse apenas uma ferramenta a mais, e assim, tivesse a devida visibilidade. O Hyperlapse quer atrair um público mais amplo, incluindo as marcas, pois a interação e o compartilhamento de sentimentos e experiências, que não dá para ser mostrado com uma imagem, aproxima seus consumidores.

E as marcas já estão fazendo bom uso dessa ferramenta. O biscoito Oreo,  aproveitou o conteúdo criado por seus consumidores, para ter uma nova forma de interação nas redes sociais por meio do Hyperlapse.

Oreo Hyperlapse

A Mercedes-Benz foi uma das pioneiras à utilizar o aplicativo, criando um vídeo de tempo decorrido ao redor do seu novo C-Class.

Mercedes-Benz Hyperlapse

A Disneyland, também não ficou de fora, e levou seus seguidores no Instagram para darem uma volta nas famosas xícaras giratórias.

Disneyland Hyperlapse

Por enquanto, o aplicativo só está disponível para IOS, mas a versão Android está a caminho. E vamos aguardar por novos vídeos criativos das marcas usando o Hyperlapse.

Texto adaptado por Lara Junqueira

Referência BrandChannel

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Interbrand e ESPM convidam para a apresentação do Best Global Brands 2014

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O ícone e os iconoclastas

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A Louis Vuitton, líder das marcas de luxo no Best Global Brands 2014, ocupando o 19º lugar do ranking, inovou em um novo projeto feito com o tradicional logo da marca, mas recriado por artistas renomados.

O icônico Karl Lagerfeld, junto com Christian Louboutin, o arquiteto Frank Gehry, o designer Marc Newson, a fotógrafa Cindy Sherman e o fashion designer Rei Kawakubo, foram convidados à utilizar o logotipo de 118 anos em uma nova coleção promovida como  “The Icon e the Iconoclasts: Celebrating Monogram”. A única orientação dada aos seis artistas, foi de utilizar o símbolo da marca LV, marrom e dourado, de uma nova maneira.

E eles não decepcionaram. Para os fãs da marca, vai um aviso: as vendas da nova coleção começaram no dia 15 de outubro e apenas 25 unidades de cada uma das peças criada por Lagerfeld e Sherman estarão disponíveis para compra.

O projeto resultou em novos produtos como um carrinho de compras e um saco de pancadas com luvas de box. É claro que nenhum deles sairá barato. A mochila criada por Newson será vendida por $5.900.

No espírito de colaboração e inovação, a Louis Vuitton também apontou seis fotógrafos e diretores para contar histórias criativas de cada um dos seis ícones do projeto Celebrating Monogram. No video abaixo, Pierre Debusschere interpreta a twisted box de Frank Gehy’s:

Texto adaptado por Lara Junqueira

Referência BrandChannel

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Best Global Brands entrevista: Michael Sarkis, da InBrands

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Michael Sarkis, CEO da Inbrands, também foi entrevistado pelo Best Global Brands 2014, e contou um pouco sobre as experiências que a marca proporciona aos seus clientes. Confira:

O que faz uma grande marca de lifestyle? O que vocês procuram em uma marca que queiram adquirir, e quais qualidades você busca desenvolver nas marcas que você gerencia?

Uma marca precisa ter personalidade, DNA forte e uma posição clara no mercado. Essa clareza, expressa em marcas promissoras, abraçada por um time inovador, embutido em todos os produtos e comunicado consistemente aos consumidores, inclui experiências tanto em lojas construídas com tijolo e argamassa, quanto virtuais. Quando consideramos a aquisição de uma nova marca, nós pesquisamos o nível de consciência da marca. Consideramos, também, se a marca complementa o nosso portfolio multi-marca e se vai fortalecer a experiência de nossos atuais clientes e/ou trazer novos clientes e agregar valor à nossa empresa.

A InBrands entrou para uma nova categoria de moda, que vai além de roupas.  Desde biquínis até roupa de cama e banho, qual é a ideia central ou a mensagem da marca, que permanence consistente ao longo dessa mudança categórica? E é este tipo de diversificação a chave para sobrevivência no século 21?

Embora nosso negócio principal seja evidente, o nosso objetivo é refletir o estilo de vida de nossos consumidores, de diferentes formas. Nós queremos trazer mais sentido e senso de propósito às nossas relações com os clientes, em diferentes estágios. Em tudo que fazemos, nossa intenção é construir uma experiência emocionante para nossos consumidores e criar uma forte conexão, direta ou indiretamente, e garantir que todas as nossas interações estejam focadas em reforçar a posição e a relevância da marca. 

Como a tecnologia está mudando a forma que fazemos compras? Você pode compartilhar algumas formas inovadoras que a InBrands tem utilizado a tecnologia para se aproximar de seus consumidores e melhorar a experiência do cliente?

Estamos focados em desenvolver ferramentas de CRM e técnicas de segmentação para obter insights sobre os diferentes tipos de consumidores para que, deste modo,  tenhamos uma compreensão profunda dos mesmos e a interação deles com a marca. Além disso, nós acreditamos fortemente em uma estratégia omnichannel, por isso estamos investindo em novas soluções multicanais para que nossos clientes possam navegar e interagir com nossas marcas fisicamente, virtualmente e no celular. Ainda mais importante que produtos, gestão e curadoria de conteúdo abrangente, a informação é a chave para oferecer a melhor experiência de marca disponíveis no mercado.

Nessa “Era do Indivíduo”, você pode compartilhar algumas maneiras originais que a InBrands está personalizando a experiência de marca e os produtos que oferece?

Nós oferecemos aos consumidores um sentimento de exclusividade, um sentimento de pertencimento à algo especial, para ser o escolhido. Esses são os valores que diferenciam nossas marcas e fortalecem as experiências únicas de nossos consumidores. Nós conseguimos isso por meio de um posicionamento de marca clara, desenvolvimento de produtos, desenvolvimento dos melhores talentos, e as formas em que nos envolvemos interagimos. Por exemplo, nós desenvolvemos diferentes experiências nas lojas, tais como o fornecimento de um serviço de compras pessoal.

O avanço tecnológico, a globalização e a necessidade de maior eficiência parecem estar dirigindo, e rapidamente, as mudanças na indústria de moda. Como a InBrands olha para o futuro, o que você vê como os maiores desafios pela frente e onde você vê oportunidade para levar sua marca em novas direções interessantes?

O maior desafio que enfrentamos são as formas que administramos e processamos informação, e como satisfazer a demanda do consumidor por meio de serviços exclusivos, desenvolvendo ferramentas para facilitar o processo de compra e dando suporte para as preferências do consumidor sem ser invasivo.

A indústria da moda lida com diferenças e desafios intangíveis. A experiência de marca e como os produtos se conectam com as necessidades do consumidor são, na minha opinião, os principais impulsionadores de nossa indústria. Ao aumentar e manter a relevância por meio da renovação e conexão emocional, nossa empresa continuará a ser única. Como a nossa empresa encara o futuro e encontra novos caminhos, nossos processos, nossos pensamentos e nossos insights vão continuar a evoluir constantemente.

_________________________________________________________________________

Sobre Michael Sarkis

Michel Sarkis é CEO da InBrands desde novembro de 2012. De 2010 a 2012, atuou como CEO da Contax Participações SA, onde também atuou como Chief Financial Officer (desde abril de 2001), e como Investor Relations Officer (desde abril de 2004). Anteriormente, trabalhou por 5 anos como auditor da PricewaterhouseCoopers (Junho de 1990 – Agosto de 1995). Também atuou como Controlador Divisional da Pepsi em Minas Gerais e Rio de Janeiro (1995 – 1997), responsável pelo departamento financeiro. Em 1997, foi nomeado Gerente Geral Regional de Conectel Paging Company e Prosegur Brasil, no Rio de Janeiro. É formado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Espírito Santo e tem MBA pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

 

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Super engajada

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Muitos já sabem que a marca americana Ben & Jerry’s finalmente desembarcou no Brasil. Instalada em uma loja de mais de 300 metros na rua Oscar Freire, as famosas combinações criativas de seus sorvetes agora estão ao nosso alcance!

O que muitos não sabem é a causa que a marca resolveu apoiar por aqui. Reconhecida por ter em seu DNA uma missão social de tornar o mundo um lugar melhor e mais justo, Ben & Jerry’s se popularizou por apoiar causas como o casamento gay, o comércio justo e o combate às mudanças climáticas.

Em São Paulo, o tema escolhido pela marca foi a ocupação dos espaços públicos. Logo no dia de sua inauguração, promoveu um piquenique na rua, no quarteirão entre a Bela Cintra e a Consolação, com direito a música, oficinas de horta, reciclagem e, é claro, muito sorvete.

No mesmo dia, anunciou que se associará a grupos ativistas para promover uma espécie de abaixo assinado para que a Avenida Paulista se transforme em um local de passeio público aos domingos, assim como acontece na Avenida Atlântica, no Rio de Janeiro.

Ao criar um propósito autêntico e relevante na vida das pessoas, algumas marcas estabelecem um novo tipo de relação com seus consumidores. São mais admiradas pelos valores que representam do que pelos produtos que oferecem. Os sorvetes de Ben & Jerry’s são deliciosos, mas são suas causas que fazem dela uma legítima marca com poder de mudar o mundo.

Nossa torcida pela sua causa paulistana já começou!

Escrito por Rodrigo Marques, gerente de estratégia de marca e fã do sabor Chunky Monkey.

 

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Outubro Rosa

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Não fique espantando se durante este mês você der de cara com uma ponte, um prédio ou até mesmo o Monumento às Bandeiras todo colorido de magenta. Isso é o Outubro Rosa.

O movimento foi inspirado pela ação da Fundação Susan G. Komen Contra o Câncer de Mama, que em 1991 distribuiu laços cor-de-rosa aos participantes de sua Primeira Corrida pela Cura.

De lá para cá, muitas marcas abraçaram a causa e estão ajudando a divulgar a importância da prevenção do câncer de mama.

Delta, Azul e Gol são exemplos de companhias aéreas que embarcaram nessa corrente e vestiram suas aeronaves com a cor. Na maioria delas, toda a tripulação é composta por mulheres que, durante o voô, passam mensagens sobre prevenção do câncer.

Com a criação de produtos voltados à causa e encabeçando a ação “Support with a Smile”, a grife Carolina Herrera procura não só levantar fundos para a causa, mas também participar do processo de cura e recuperação das mulheres afetadas.

As embalagens também são alvos de divulgação da campanha. A dinamarquesa Kohlberg, desenvolveu um saquinho especial para seus pães de centeio – bastante consumido por mulheres – que chama atenção para a causa, assim como as embalagens dos chocolates Kisses, da Hershey’s.

No Brasil, a Dudalina lançou um modelo de camisa cuja renda é toda revertida para instituições que combatem a doença, e a Avon retoma a ação “Giro pela Vida”, instalando uma roda gigante com de rosa no Parque do Ibirapuera. A roda simboliza os altos e baixos pelos quais as mulheres com câncer de mama passam durante o tratamento e chama atenção à importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.

Texto escrito por Daniela Moniwa

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Lado B – Aperte o Play: Marcas que brincam com músicas

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Como música e marcas são duas coisas apaixonantes, logo que começamos a pesquisar sobre a pauta fomos inundados por exemplos de músicas e ações muito legais adotadas pelas marcas. Era um case mais interessante que o outro, por isso, não conseguimos deixar esses assuntos num post só. Aqui mais alguns exemplos de músicas que fizeram bonito quando o assunto é comunicação:

Um jingle belo

Criado pela Fischer, o tão tradicional Jingle foi um recurso usado deliciosamente pela Vigor na última campanha. Mas cuidado ao ouvir, é possível que essa cremosa voz estilo Mallu Magalhães tome seus pensamentos por alguns dias.

Vire à direita na Rolling Stones

Com criação da Saatchi & Saatchi EMEA de Londres, a Toyota resolveu inovar e deixar com que o percurso escolhesse a playlist do motorista. Na ação, o som do novo carro Yaris, foi conectado a um GPS. Assim, ao entrar em cada rua, o rádio toca uma nova canção. Imagina se esse test drive tivesse sido feito em São Paulo? Precisaríamos de um álbum por rua para acompanhar o trânsito e o tamanho da cidade.

O uso do velho para criar o novo

O disco de vinil já havia entrado para a zona de esquecimento por grande parte das pessoas, até que essa mídia passou a ser considerada “cool” e caiu novamente nas graças dos jovens. Aproveitando essa nova-velha moda, a Africa resolveu apostar em um anúncio-de-vinil para a Budweiser. Basta destacar a peça da revista, colocar no toca-discos e curtir um som do Will.i.am.

Corra sem perder o ritmo

Só de juntar Adidas e Spotify já dá pra saber que o seu treino vai longe. Justamente para deixar ele ainda mais produtivo, as duas marcas resolveram criar um site que monta suas rotas de corrida aliadas com uma playlist feita para você. O portal se chama Boost Your Run e funciona de forma bem simples: Basta digitar aonde você vai treinar, quantos quilómetros pretende correr, um exemplo de música que te inspire e o ritmo do treino (leve, moderado ou pesado). Depois é só aproveitar as opções de rota e a playlist.

Escrito por Tatá Scaroni

Imagens por Alfio Presutti

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Best Global Brands entrevista: Sylvia Leão da BRF

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Sylvia Leão, VP de Marketing e Inovação da BRF, conversou com a gente para contar um pouco sobre como coordena a marca em meio a tantas inovações tecnológicas. Confira:

Esse ano a BRF foi nomeada pela Forbes, pela terceira vez consecutiva, como uma das empresas mais inovadoras do mundo. Quais são algumas das maneiras que a tecnologia está mudando a produção de alimentos e processamento para a BRF? E você pode nos contar um pouco sobre algumas das inovações que colaboram para a BRF ser a pioneira no futuro dos alimentos?

Em 2013, a BRF abriu um Centro de Inovações, novo centro de pesquisa e tecnologia equipado com modernos laboratórios, cozinhas experimentais e mini-fábricas para a produção piloto. O projeto, que recebeu um investimento de cerca de USD $ 45 milhões, reforça o nosso novo posicionamento corporativo. A BRF deixou seu DNA industrial para trás, para agora ser uma empresa orientada para o mercado. Com o objetivo de apoiar a nova estratégia de negócios, a empresa está comprometida em investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação, a fim de criar e agregar valor aos seus produtos, processos e serviços. Por meio da integração das áreas de pesquisa, marketing, P & D, inovação e tecnologia, criamos um novo modelo que ofereça produtos alinhados com as expectativas do mercado. Para lançar um produto de sucesso, várias decisões e estudos precisam ser conduzidos. Os departamentos de marketing identificar as necessidades e preferências dos consumidores, e preparam um briefing para as áreas de desenvolvimento de produto. Em seguida, o Centro de Inovação trabalha no desenvolvimento e testes.

A BRF tem falado cada vez mais sobre o seu foco nos clientes, principalmente no mercado interno. O que a empresa está fazendo para se aproximar de consumidores e aprofundar as relações para melhorar experiências de marca? As  mídias sociais desempenham um papel importante? E sobre Big Data?

Como líder do setor, a BRF está sempre pensando à frente do mercado e antecipando tendências e soluções para os consumidores por meio de suas marcas. A Sadia e a Perdigão, por exemplo, têm o reconhecimento da marca, mas assumem diferentes abordagens para os consumidores. Enquanto a Sadia é definida por produtos com o melhor sabor e qualidade, se comprometendo com um estilo de vida saudável, a Perdigão está focada em produtos que reúnam a família na hora das refeições e se certifica de nutrir a essência da união da família.

Além de inovação, nós também aumentamos nosso investimento em marketing e comunicação, a fim de competir com as maiores empresas de alimentos do mundo. Sabemos da importância de nos conectarmos com os nossos stakeholders e construir uma relação emocional com os clientes, oferecendo produtos alinhados com seus desejos e necessidades, e defendendo causas que os envolvem. Por exemplo, a Sadia entende que boa forma e cuidados com alimentação trabalham em conjunto para criar uma boa saúde. Portanto, a marca apoia causas relacionadas ao esporte e à saúde. Hoje, a Sadia é um dos patrocinadores oficiais da seleção brasileira de futebol, e um dos apoiadores oficiais dos Jogos Olímpicos de 2016, além de auxiliar vários atletas.

O universo digital e as redes sociais, especialmente, estão se tornando mais valiosos na relação da marca com os consumidores. A empresa tem investido consistentemente em meios digitais para promover lançamentos de produtos e se aproximar de seus públicos. Um de nossos esforços atuais é a plataforma de SAC 2.0, que permite que a BRF entre em contato direto com os interessados ,especialmente em redes sociais, a fim de criar mais oportunidades para o diálogo e melhorar as interações de atendimento ao cliente. É um esforço conjunto das equipes de Inovação, que perceberam a importância do marketing em tempo real para acompanhar as demandas do mercado, superando concorrentes, e proporcionando uma relação mais pessoal com os consumidores e fãs marketing, Gestão de Atendimento e R & D.

Como a BRF exporta seus produtos em todo o mundo, quais estratégias estão ajudando a empresa à entrar em novos mercados com sucesso? E qual o papel que sua marca corporativa desempenha nesse processo?

Desde 2013, a BRF tem progredido e tem se transformado de uma grande exportadora à uma empresa global, a fim de expandir ainda mais em mercados estratégicos, como o Oriente Médio, Norte da África e sudeste da Ásia. O papel da marca corporativa é ampliar os mercados através de suas marcas de consumo, entender a posição de cada um e se conectar com a demanda dos consumidores. A marca Sadia foi escolhida para liderar o processo de internacionalização da BRF.

Nós estabelecemos posições de liderança em regiões específicas, para alinhar os valores centrais das marcas, com distribuição e controle de qualidade e assim garantir rentabilidade e crescimento. Ao criar a posição de CEO internacional, definiu-se um novo modelo de negócio de gestão que incide sobre a diversidade cultural dos consumidores globais. Por também investir em insights do consumidor para cada mercado específico, a BRF foi capaz de se tornar uma empresa global que opera localmente. Em 2013, a empresa exportou 2,5 milhões de toneladas, um aumento de 1,5 por cento em relação ao ano anterior. Este ano pretendemos abrir a fábrica em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, a primeira construída pela BRF fora do Brasil, para produzir itens processados. Segue-se a estratégia de investimento principal da empresa: construir uma marca forte, gerar mais produtos de valor agregado e aumentar a rentabilidade.

A BRF tem muitas marcas fortes em seu portfólio, como Perdigão e Sadia. O que você acha que torna os produtos BRF distintivos e atraentes para os consumidores no Brasil e no resto do mundo? De que maneira especial você está atendendo aos gostos e preferências desses consumidores?

A força da Sadia, Perdigão e Qualy no mercado brasileiro, vêm da união de herança e relevância da marca, que juntos são resultados de investimentos contínuos em testes e aprimoramento de produtos para atender a demanda do consumidor. Estratégia orientada para o novo mercado da empresa, focada no Centro de Inovação BRF e nos consumidores, reforça o nosso compromisso de antecipar e se destacar da concorrência, oferecendo soluções que nossos clientes usem em suas vidas diárias.

Ao considerarmos os desafios pela frente, como a alimentação de uma população mundial em crescimento e as mudanças climáticas, o que a BRF está fazendo para reduzir os impactos sociais e ambientais, e melhorar a qualidade de vida? E como você acha que esses esforços fortalecer sua marca?

A BRF acredita que, para encontrar formas sustentáveis para alimentar a crescente população do Planeta deve informar e motivar todo mundo na indústria de alimentos. Além de ser a nossa missão, nós sabemos que os consumidores também levam a sério a sustentabilidade e a utilizam como critério ao escolher uma. A agenda de conservação da empresa inclui programas para reduzir o uso da água e das emissões de gases de efeito estufa, encontrar novas fontes de energia e promover a biodiversidade, a reciclagem e a educação ambiental. Estas iniciativas permeiam toda a operação e todas as comunidades onde estão localizadas as unidades de produção da BRF. Qualidade de vida é outro aspecto da sustentabilidade. É nossa responsabilidade social oferecer produtos seguros e saudáveis. Em 2014, a empresa iniciou uma revisão do portfólio. Avaliamos todos os nossos produtos, desde o desdobramento do conceito de produto e embalagem, pesquisa e desenvolvimento, até fabricação, produção, armazenamento, distribuição e fornecimento, para que não tenham impacto na saúde e segurança do consumidor,. Já começamos a ajustar a quantidade de sódio, gorduras saturadas/trans e açúcar em nossos produtos.

_________________________________________________________________________

Sobre Sylvia Leão

Pós-graduada em Comunicação, com MBA em Gestão de Negócios pela Coppead, da UFRJ, Sylvia trabalha no setor de varejo há 25 anos e começou sua carreira na Mesbla (loja de departamento). Ela ocupou o cargo de Diretora Comercial e Marketing do Wal Mart por cinco anos, trabalhou por treze anos no Grupo Pão de Açúcar nas Operações e áreas comerciais e também foi vice-presidente de Recursos Humanos. Atualmente, Sylvia é vice-presidente de Marketing e Inovação da BRF.

 

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