Interbrand - Creating and managing brand value

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Rosa Fonseca
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O supermercado sem embalagens

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Imagine um supermercado sem nenhuma embalagem descartável. Lá, o macarrão não vem em um pacote. O suco não é vendido com a caixa. O xampu? Não, não tem frasco. Sacolinha plástica? Nem pensar!

Sim, ele existe. E é um sucesso.

O Original Unverpack é um novo supermercado, criado em Berlim, na Alemanha. Como o nome indica, é muito original – e sem embalagens. Por lá, produtos regionais têm passe livre. Mas frascos e potes descartáveis definitivamente não.

O conceito foi idealizado por duas mulheres, Milena e Sara, ao longo de dois longos anos. Cientes de que anualmente 16 milhões de toneladas de embalagens vagam pelos lixos da Alemanha, as duas visionárias decidiram abrir um supermercado que aumenta a consciência sobre esse problema e propõe alternativas práticas.

Mas afinal, como é possível comprar um azeite, por exemplo, sem usar nenhuma embalagem descartável? Substituindo-a por potes de vidro, latas, sacolas, cestos e assim por diante.

Funciona assim: você leva as suas próprias embalagens e completa com os produtos que desejar. Na hora de pagar, é só pesar. E pode ficar tranquilo que você só vai pagar pelo peso do produto.

Esqueceu a sua cesta em casa? Não tem problema, no Original Unverpack há muitos recipientes reutilizáveis à venda. Quer saber a procedência do produto? A tabela nutricional? Se tem glúten?  O Original Unverpack disponibiliza materiais com todas as essas informações.

A marca está revolucionando comportamentos enraizados há décadas, introduzindo uma nova experiência de consumo, baseada na sustentabilidade. O sucesso dos primeiros três meses de funcionamento comprova a existência de uma demanda latente por marcas que levem em consideração toda a cadeia produtiva.

Um estudo realizado pela Interbrand, aponta que nós estamos entrando na Era do Você, uma era na qual as marcas devem se adaptar e se reorganizar a partir dos dados e das demandas dos indivíduos. A Era do Você também pode ser ilustrada como a era da personalização, na qual o consumidor é o ator principal. As marcas precisam olhar para os seus consumidores e descobrir insights genuínos para criarem experiências relevantes e personalizadas para as suas comunidades.

O Original Unverpack é um ótimo exemplo de como as marcas devem atuar na Era do Você: lendo e compreendendo as necessidades das comunidades para criar uma experiência atende os desejos dos indivíduos.

 

Texto: Olívia Guerra – Imagens: Natália Zomingan

1 Comentário(s)
fatima assumpcao
parabéns, Olivia! essa é uma ideia sensacional e como é na Alemanha... design impecável... belo! saudades, beijos, tima
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Rosa Fonseca
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Frenemies

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Na última semana, só se falou no convite público do Burger King ao Mc Donald’s a para criar um lanche conjunto, que seria vendido por um único dia, em uma campanha simbólica pela paz.

Inspirados nessa história, decidimos falar sobre o conceito de Frenemy.

O mais novo jargão dos negócios, Frenemy é o resultado da junção de Friend + Enemy. Em uma tradução livre para o português, é um Amigo-inimigo. Mais do que uma simples palavra, o termo criado pela economia criativa ilustra um novo paradigma, onde o meu concorrente não é meu arqui-inimigo. E aponta uma tendência: vermos cada vez mais competidores colaborando entre si, trocando informações ou até mesmo atuando como parceiros.

Desde o ano passado, P&G e Unilever lideram uma campanha inédita para que todos os fabricantes do seu setor lancem ao mesmo tempo linhas de sabões e detergentes concentrados – itens com menos matéria-prima e embalagens menores. Para isso, estão dispostos a partilhar tecnologias. A Unilever, líder com a marca Omo, declarou que, se preciso, colocará seus segredos industriais à disposição.

Por que marcas que disputam cada palmo nas gôndolas fazem isso? Nesse caso, porque lançar um produto altamente concentrado é mais complicado do que parece. É preciso convencer consumidores que garrafas menores e mais caras valem a pena, mudando comportamentos de décadas. Em entrevista à Exame, Marcos Angelini, vice-presidente da Unilever no Brasil, deu o recado:  “Enquanto uma empresa fala das vantagens dos concentrados, outra lança embalagens cada vez maiores. O consumidor fica confuso e não muda de hábito. Se não for uma ação conjunta, fica muito difícil.”

Trilhando o mesmo caminho, a Tesla liberou mais de 100 patentes para acelerar a oferta de veículos elétricos. Afirmando que seus maiores concor­rentes não são os carros elétricos de outras marcas, mas os 200 milhões de carros produzidos todo ano com motor à combustão, a Tesla (como Unilever e P&G) entendeu que jogar sozinha pode limitar o crescimento.

Rivais nos campos de futebol, Corinthians e Palmeiras se uniram pelo meio ambiente. A cada gol marcado por uma das duas equipes, 100 árvores nativas da Mata Atlântica são plantadas. A cada pênalti defendido por seus goleiros, 200. A cada conquista de torneio, haverá um plantio extra de mil a 3mil mudas, dependendo do campeonato. Assim, 23 mil árvores já foram replantadas.

Desde 2004, quando H&M e Lagerfeld anunciaram a primeira ação conjunta, até hoje, vemos uma sucessão de histórias bem-sucedidas de colaboração entre marcas de alta costura e o fast fashion. Esses mercados, que poderiam muito bem se fechar em silos, descobriram um espaço de intersecção ganha-ganha.

Seja para resolver impasses inerentes aos seus segmentos, alavancar esforços em cidadania corporativa ou abrir novas frentes de mercado, há cada vez mais casos de parcerias entre marcas que concorrem em uma ou mais frentes de negócio.

É claro que há cuidados a serem tomados. Desafios e riscos existem e passam por prejuízos financeiros, perda de share, força e reputação das marcas. Apesar de muito planejada, a ação da P&G e Unilever, por exemplo, foi multada na Europa em 315 milhões de euros, entendida pelos governos como prática de cartel.

O que é preciso para as parcerias darem certo? Cada caso tem suas especificidades, mas a comunhão de valores, intenções e comprometimento dos players e o planejamento estratégico integrado, bem administrado e executado são essenciais.

Nesse novo tempo, Obama e Fidel já apertam as mãos. Mas os próximos passos ainda precisam ser cuidadosamente conversados.

 

Texto: Rosa Fonseca – Imagem: Augusto Kuba

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Naming na Música: Johnny Cash

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Você sabe da onde veio o nome Johnny Cash?

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Então confira os outros posts da série Naming da Música:

AC/DC
Aerosmith
Alice Cooper
Audioslave
David Bowie
Blondie
Bob Dylan
Bon Jovi
Capital Inicial
Charlie Brown Jr
The Cramps
Dead Kennedys
Depeche Mode
Dire Straits
The Doors
Elton John
Engenheiros do Hawaii
Foo Fighters
Franz Ferdinand
Green Day
Heart
Jorge Ben Jor
Ramones
Velvet Underground

 

Texto: Pedro Kastelic – Imagem: Alfio Presutti

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Naming na Música: ACDC

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Saiba o que está por trás no nome ACDC.

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Então confira todos os posts da série Naming da Música:

Aerosmith
Alice Cooper
Audioslave
David Bowie
Blondie
Bob Dylan
Bon Jovi
Capital Inicial
Charlie Brown Jr
The Cramps
Dead Kennedys
Depeche Mode
Dire Straits
The Doors
Elton John
Engenheiros do Hawaii
Foo Fighters
Franz Ferdinand
Green Day
Heart
Jorge Ben Jor
Ramones
Velvet Underground

 

Texto: Pedro Kastelic – Imagem: Fábio Testa

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Onde tudo começou

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A unidade do Habib’s que fica em uma esquina da Rua Cerro Corá, em São Paulo, poderia ser só mais uma franquia da rede. Mas a mensagem logo na entrada revela: “Bem-vindo ao primeiro restaurante Habib’s”. Sim, a loja é a primeira da marca. Inaugurada em 1988, tem muita história para contar. Quer ver?

Uma identidade de marca bem construída mostra que o logo é apenas a ponta do iceberg do branding. Afinal, se você está diante de uma fachada vermelha, com um letreiro gigante de um gênio desenhado e um cardápio onde bolinho de bacalhau divide espaço com charuto de folha de uva, esfiha de chocolate e pizza, não dá para negar: você está em uma unidade do Habib’s.

Mas um endereço em particular chama a atenção. No início desse ano, o restaurante no. 1 da rede passou por uma grande reforma: ganhou estrutura moderna, nova decoração, uma simpática lojinha com produtos que remetem o universo do Habib’s e o melhor: um espaço reservado a um pequeno museu de memórias. E imagina quanta história não rolou por lá em quase 30 anos.

As relíquias vão do primeiro cardápio do restaurante, ao primeiro contrato de franquia (formalizado em um guardanapo!), objetos que inspiraram a criação do símbolo e seus primeiros esboços, fotos, vídeos que contam a história da marca década a década – até fragmentos da construção original.

A visita à nova-antiga-loja é uma verdadeira aula de storytelling em cada parede. Uma prova que todo ponto de contato é uma oportunidade de contar histórias que entregam a essência da marca e reforçar a credibilidade da empresa pelas suas memórias.

Ao compartilhar a sua trajetória, essa marca presente na vida do brasileiro há décadas com seu jeito misturado e democrático, mexe também com as memórias do consumidor. Assim, quem visita o museu se sente em uma loja de bairro, mesmo estando uma rede de franquias com mais 430 lojas.

Uma grande lição gente aprende com esse exemplo: uma boa história de marca não precisa ser complexa – precisa ser genuína, ter a identidade que só aquela marca tem e, é claro, levar um toque de carinho.

 

Texto:  Taís Scaroni – Imagem: Natália Zomingan

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Como construir uma marca forte?

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Essa quinzena, você confere uma entrevista exclusiva sobre construção de marcas, cedida pela Managing Director da Interbrand São Paulo, Daniella Bianchi, à revista Exame. O resultado está nas bancas. Mas nós adiantamos tudo aqui, no nosso blog!

 

Imagem: Carlos Teles

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10 TED Talks para o fim de semana (ou qualquer outro dia)

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Nada como um break para dar um pequeno impulso ao dia a dia. Nestes momentos, assistir a um TED Talks pode dar uma refrescada mental. Suas palestras nos fazem refletir sobre velhas e novas questões, como: O que faz de nós seres humanos? Como estamos vivendo nossas vidas no aqui e agora? Podemos tomar as melhores decisões?

Na contagem regressiva para o final de semana, selecionamos abaixo 10 talks para inspirar, levar à reflexão ou, simplesmente, divertir.

 

If I should have a daughter … | Se eu tiver uma filha…

com: Sarah Kay

https://youtu.be/0snNB1yS3IE

Este é o talk que vai fazer muitas pessoas quererem entrar em algum curso de storytelling (inclusive eu). É impossível tirar os olhos de Kay. Ela nos emociona contando sobre o tipo de mãe que ela seria, demonstrando todo o seu amor por alguém que ainda nem existe.

 

Are you human | Você é humano?

com: Zé Frank

https://youtu.be/ccIt-qRQBoI

Basicamente, este talk é um teste super rápido para descobrirmos se somos humanos. Divertido e surpreendemente tocante.

 

The Museum of Four in the Morning | O museu das 4 da manhã

com: Rives

https://youtu.be/C0byYFXjRJM

Neste talk bem humorado, Rives inúmera todas as vezes em que, às 4 horas da manhã, grandes acontecimentos ocorreram. E acredite: são muitos!

 

How I hacked online dating | Como decodifiquei o namoro online

com: Amy Webb

https://youtu.be/d6wG_sAdP0U

Webb é uma estatística que, procurando o amor de sua vida, começou a testar os sites de namoro on-line. Após várias tentativas frustradas, passou a usar a estastística a seu favor e parece ter encontrado a fórmula para encontrar o amor online. Mas tentar isso em casa, é bem mais complexo…

 

Could your language affect your ability to save money? |
Sua língua pode afetar a sua habilidade de economizar dinheiro?

com: Keith Chen

https://youtu.be/lw3YTbubyjI

De acordo com Chen, as diferenças linguísticas das mais diversas línguas podem influenciar a nossa capacidade de economizar ou não dinheiro – como por exemplo, as diferenças entre as línguas chinesa e portuguesa. Fascinante, mas será que há uma solução para nós?

 

The Power of Vulnerability | O poder da vulnerabilidade

com: Brene Brown

https://youtu.be/iCvmsMzlF7o

Este talk pode ajuda o espectador a pensar em suas vulnerabilidades não como uma fraqueza, mas como uma mostra da sua própria humanidade (como uma perfeccionista em estágio de recuperação que sou, posso dizer que me ajudou muito!).

 

How to make hard choices | Como fazer escolhas difíceis

com: Ruth Chang

https://youtu.be/8GQZuzIdeQQ

Casar ou continuar solteiro? Qual carreira escolher? Comprar pão integral ou francês? Chang explica neste talk como encarar estes momentos decisivos sob uma nova ótica, nos ajudando a nos tornar quem realmente somos.

 

We should all be feminists | Nós todos deveríamos ser feministas

Com: Chimamanda Ngozi Adichie

https://youtu.be/hg3umXU_qWc

Neste talk, Adichie nos explica, a partir de suas experiências pessoais, o porquê todos devemos ser feministas, independente de sermos mulheres ou homens – e como isso se aplica na prática às nossas vidas.

 

Rethinking the Bucket List | Repensando a lista da sua vida

com: Kathleen Taylor

https://youtu.be/O8U8Pkod2n4

O que você tem feito até este momento em sua vida? Este talk é o chacoalhão que muitos precisam para repensar em como estão vivendo suas vidas. Taylor trabalha em um hospital de doentes terminais, e a partir dos desabafos de seus pacientes, chegou a conclusões impactantes sobre como conduzimos nossas vidas, relacionamentos e carreira.

 

The family I lost in North Korea. And the family I gained. |
A família que perdi na Coreia do Norte. E a família que ganhei.

com: Joseph Kim

https://youtu.be/nLeeTVmVrtA

Impossível não se emocionar com a história de Kim – que é similar a tantos outros que passam por isso todos os dias em diversas partes do mundo. Seu apelo ao fim do vídeo é extremamente comovente. Para ver e rever.

 

_________________________________________

Ah, vale contar: a palavra TED vem da sigla para Technology, Entertainment and Design.
O projeto TED Talks é uma série de conferências sobre esses três grandes temas, promovidas pela Fundação Sapling.
A organização norte-americana tem como missão propagar ideias que – segundo as palavras da própria organização – “merecem ser disseminadas”.
As apresentações são curtas, limitadas a dezesseis minutos, e os vídeos são disponíveis gratuitamente na Internet e em soluções de streaming, com o Netflix.

 

Texto: Soraya Tengan – Imagem: Carlos Teles

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Naming na Música: Ramones

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Batemos cabeça para descobrir porque Ramones se chamam Ramones.

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Então confira todos os posts da série Naming da Música:

Aerosmith
Alice Cooper
Audioslave
David Bowie
Blondie
Bob Dylan
Bon Jovi
Capital Inicial
Charlie Brown Jr
The Cramps
Dead Kennedys
Depeche Mode
Dire Straits
The Doors
Elton John
Engenheiros do Hawaii
Foo Fighters
Franz Ferdinand
Green Day
Heart
Jorge Ben Jor
Velvet Underground

 

Texto: Pedro Kastelic – Imagem: Carlos Teles Fechar o post

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