Naming na música: Elton John

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Já reparou que a cada novo desastre natural que vemos na TV um novo nome surge para batizar a tragédia? O interessante é que existe uma lógica por trás das graças de Katrina, Sandy e tantos outros ciclones tropicais.
Foi na década de 50 que se iniciou a prática de batizar os furacões com nomes próprios e, nessa época, eles recebiam apenas nomes femininos. Claro que a mulherada protestou, apesar de a suposta associação de um desastre natural com o efeito devastador de uma mulher ter sido uma ideia muito perspicaz. No entanto, os meteorologistas aceitaram as críticas e, a partir de 1979, passaram a alternar os nomes entre femininos e masculinos.
Mapa da passagem do furacão Sandy pelos Estados Unidos
Sempre que um furacão é muito violento e causa danos muito grandes, seu nome é retirado da lista, para evitar que a destruição do passado seja eternamente lembrada. Desde 1954, 67 nomes já foram esquecidos. O primeiro deles foi o Hazel (54) e os últimos foram Dennis, Katrina, Rita, Wilma e Stan, todos em 2005.
Imagens de Larissa Zimoviski
Fontes: Vade Mecum | Inhabitat
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Algumas marcas nascem em virtude de um produto ou um serviço e depois constroem o seu significado, outras nascem com um propósito.
A TOMS, é uma dessas marcas, sua mensagem? “One for One”, para cada sapato vendido, um sapato doado, para cada óculos comprado, alguém em uma região pobre do planeta vai ter sua visão tratada, pode ser um exame de vista, um óculos ou até uma cirurgia.
O discurso oficial: “We are in business to help change lives. It’s a big job, and we don’t do it alone. With our customers and Giving Partners, we’re transforming everyday purchases into a force for good around the world. One for One.®
Pessoalmente, posso compartilhar que comprar um TOMS é mais do que estar na moda, é acreditar que é possível mudar o mundo, é uma experiência única abrir a embalagem, um saco que representa uma bandeira, afinal, você passa a fazer parte de um movimento e receber uma carta do fundador contando sua história e te envolvendo em um sentimento de colaboração que é bem poderoso.




Isso é posicionamento vivido na prática, é virtude, próposito e experiência.
Texto escrito por Danielly Tavares, apaixonada pela Toms e que guarda tudo dessa marca como um tesouro.
Imagens de Daniela Moniwa, designer, que recém descobriu a Toms e já nutre uma paixonite aguda.
Fonte: toms.com
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O time da Interbrand São Paulo só tem gente de primeira mesmo. Olha que legal, o designer Fabio Brazil tem sua própria marca de joias, e é com ela que ele agora faz parte de um novo conceito de joalheria, a Central de Designers, inaugurada este mês em São Paulo.

Pra quem quiser conhecer de perto, a Central de Designers fica na Al. Lorena, 1616.
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Aqui na Interbrand temos implementada uma cultura de união entre todos os escritórios que chamamos One Firm. É através dela que unificamos nosso pensamento, nossas metodologias e nossas relações com os clientes globais. Além de fazer parte dos nossos processos e produtos, realizamos diversas ações durante o ano para fortalecer essa cultura. Uma dessas ações é a reunião anual dos líderes da Interbrand.
Eles levaram várias garrafas de cachaça em miniatura com uma tag apresentando algumas curiosidades por traz dos apelidos dados a branquinha brasileira. Nem precisamos dizer que o pessoal adorou. Olha só como ficou legal.

Entre muitas reuniões e muito trabalho, um dos momentos mais esperados do encontro é Best Work Awards – a premiação dos melhores trabalhos do ano entre todos os escritórios da nossa rede. São quase 40 escritórios no mundo e foram mais de 300 trabalhos inscritos em 15 categorias. Nós arrebentamos na premiação e trouxemos 3 troféus para São Paulo nas categorias digital, inovação para clientes e implementação de marca. Os cases vencedores mostraremos em breve para vocês mas vocês já podem conferir um teaser de um dos campeões neste video.

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Final de campeonato! São Paulo e Corinthians! Jogo único, estádio lotado, torcidas igualmente divididas. Entram as duas equipes, ecoam hinos e fogos. E é neste momento que todos notam algo curioso: por que o o Rogério está com a camisa do Corinthians? E o Paulinho com a do São Paulo? E não são só eles, as duas equipes inteiras estão trocadas.
E agora? Para quem você torce? Você torce para um time ou uma marca?
Com essas duas definições em mente, a resposta começa a se desenhar. Afinal, como todo bom brasileiro, possuímos um time do coração. Tomamos partido por ele, perdemos horas assistindo aos jogos, depois aos debates pós-jogo e, por fim, lemos os comentários nos sites esportivos.
Quando surge a discussão “meu time é melhor que o seu”, estamos defendendo o quê? Jogadores? Torcida? Camisa? Não! Estamos defendendo uma marca, uma ideia, um conceito. Algo intangível, uma religião. Essa discussão ajuda a definir esses clubes, lhes dão força, personalidade e vida.
Assim como acontece com os clubes, marcas também são definidas pela percepção de seus consumidores e não apenas pelo que comunicam. Uma cerveja, por exemplo, que se diz a melhor, mas que todos sabem que dá uma baita ressaca, será conhecida como “a cerveja da ressaca” e não “a melhor cerveja”.
A grande diferença entre a indústria e o futebol é que podemos mudar constantemente de marca, desde a cerveja ao carro. E o time? Bom, se você não mudou até os 6 anos de idade, amigo, não muda mais.
Os clubes de futebol têm em mãos o que qualquer empresa deseja: consumidores fiéis.
O Corinthians que o diga. São milhões de loucos em busca de ingressos, camisas, e tudo que o clube estampa com sua marca. Mesmo maltratado, pegando filas, sendo esmagado, o torcedor volta ao estádio. É leal àquela marca. Esse tipo de consumidor é o sonho de consumo dos bancos, por exemplo.
Agora, se os clubes estão preparados para gerenciar essa força de marca, é outra história.
Ainda assim nossa questão parece ter uma resposta. Os anos passam, jogadores vêm e vão, mas a ideia, o sentimento por aquele time, sobreviverá gerações. Isso sim é uma marca.

Por Lucas Machado, Designer
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Se você gosta de palavras e das infinitas possibilidades que elas nos oferecem, vai adorar descobrir o mundo dos portmanteaus. Peraí: Portman o quê? É, parece grego – na verdade, é francês – mas é uma ideia bem simples. Vamos lá: portmanteau é uma palavra que nasce da combinação de duas outras palavras para ganhar um novo significado.
Sim, é um tipo de neologismo, bem divertido por sinal.
Vampeta: vampiro + capeta
Carnatal: carnaval + natal
Paitrocínio: pai + patrocínio
Showmício: show + comício
Namorido: namorado + marido
Burrocracia: burro + burocracia
Portunhol: português + espanhol
Aborrecente: aborrecer + adolescente
No inglês eles também são frequentes:
Smog = smoke (fumaça) + fog (neblina)
Wurly = wavy (ondulado) + curly (encaracolado)
Spork = spoon (colher) + fork (garfo)
Spanglish = spanish (espanhol) + english (inglês)
Tá, muito legal, mas o que portmanteaus têm a ver com marcas? Ah, agora que fica legal. Existem muitas marcas que usam dessa artimanha (arte + manha) em seus nomes. Quer ver?
Swatch = swiss (suíço) + watch (relógio)
Instagram = instant + telegram
Microsoft = microcomputer + software
Globeleza = globo + beleza
Telecine = televisão + cinema
Verizon = veritas (verdade) + horizon (horizonte)
Frappuccinno = frappé + cappuccino
A vantagem dos portmanteaus é que eles são capazes de mandar várias mensagens usando apenas uma palavra. Legal, né? Bom, pra entrar na onda, vou parar de escrever esse post e pensar em alguns portmanteaus. Vocês também podem tentar.
Boa brincalavra (brincadeira + palavra)!
Por Fernando Andreazi, consultor verbal.
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