Interbrand - Creating and managing brand value

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Tais Scaroni
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Sobre redes e classes sociais

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Hoje foi dia de ABC CDE Talks, lá no espaço Cubo do Itaú. Um evento organizado pelo Grupo ABC com ideias, dados e casos sobre cenário digital dentro das classes C, D e E.

Para falar disso, ninguém melhor que Dinho França, empreendedor que aprendeu dentro da Favela de Maré a navegar nas ondas do mercado digital. Dinho foi mediador de conflitos no grupo cultural 

AfroReggae e lá aprendeu a falar de perto com moradores, artistas urbanos, policiais e até mesmo traficantes. Isso abriu os seus olhos para as ideias e as diferentes realidades na periferia e também para a força e importância das redes sociais para dar voz a essas pessoas.

 

Lá no ano de 2011, Dinho fundou a Dharma ACC, uma agência de comunicação digital que funciona dentro da Maré, mostrando para o mundo que o mercado carioca não é feito só de Zona Sul e Leblon. Além da agência, Dinho também é o fundador da Universidade da Correria, escola que inspira e incentiva a produção de conteúdo e o empreendedorismo social com aulas online e trocas de informação pelas redes sociais.

Durante o bate-papo, Dinho mostrou um estudo complexo sobre esse recorte de classes, o acesso a smartphones, aumento de redes 3 e 4G, aumento de produção de conteúdo e também os temas sociais mais recorrentes, que permeiam classes e geram cada dia mais debates.

Tá. Mas o que as marcas têm a ver com isso? Tudo.

 Na comunicação, muito tem se falado sobre Branded Content, marcas que pensam, defendem ideias e têm muito para nos contar. Por que não aproveitar e impulsionar conteúdos produzidos e pensados diretamente pelo seu público?

Foi pensando justamente nisso que a Coca-Cola convidou o Dream Team do Passinho, um grupo de funk formado por jovens da periferia do Rio de Janeiro, para participar do clipe/comercial “Aperte o play”.

É só assistir o vídeo abaixo que você vai entender melhor o que estamos dizendo.

Como será o futuro da publicidade, do jornalismo, da mídia, enfim, da comunicação em geral nesse cenário? Ainda não sabemos muito bem. E, segundo ele próprio, nem o Dinho. Enquanto isso, a gente aproveita o mundo digital para conhecer novos pontos de vista, se inspirar por pessoas que moram nos lugares mais afastados, pensar e repensar os nossos conceitos e preconceitos, levando novos insights para o mundo das marcas. 

Texto por Taís Scaroni.

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Carlota Braga
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LATAM está decolando

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Sabe aquela viagem que a gente demora um tempão preparando? Que a gente escolhe cada detalhe, pensa em cada roteiro e junta as melhores dicas para tornar a experiência inesquecível? Sabe aquela sensação indescritível quando chega o dia de embarcar? É exatamente assim que nós da Interbrand estamos nos sentindo hoje.

Quem acompanha o nosso blog já conhece um pouco do trabalho da Interbrand na construção da

nova marca LATAM. Hoje, grande parte do resultado que nasceu da associação de LAN e TAM começa a espalhar suas cores e formas mundo afora. O lançamento foi feito em diversos eventos simultâneos nos países em que a empresa marca presença.

Para todo esse trabalho, a Interbrand pesquisou insights em mais de 10 países. Primeiro, a equipe definiu a estratégia da marca que depois foi desdobrada em um universo integrado de experiências. Tudo isso comandado pelo time da Interbrand Brasil com apoio de países como Chile, Argentina, Peru, Espanha, EUA e Inglaterra.

 LATAM PARA VER, SENTIR E ESCUTAR

Aqui no blog, já mostramos um pouco da nova cara da LATAM e as ideias por trás de cada detalhe. Foi essa identidade que deu o tom a diversos outros elementos de expressão da marca, entre eles uma tipografia própria – LATAM Sans, desenvolvida em conjunto com o tipógrafo Daniel Sabino, um estilo fotográfico, que já conta com um banco de imagens produzido pelo fotógrafo Claudio Edinger e até mesmo um projeto de

sound branding, desenvolvido em parceria com a B Sound Thinking.

É HORA DE VOAR

A decolagem já começou, mas LATAM vai conquistar o céu aos poucos. Esse processo , que começou no segundo semestre do ano passado, foi chamado de “Construindo LATAM” e contou com o site

, que mostrou os bastidores desse projeto.

A partir de 5 de maio, cerca de 321 aeronaves e 137 aeroportos vão vestir as cores da nova marca, num processo que deve ser concluído em 2018. 

Durante as etapas da implementação, a equipe da Interbrand acompanhou inclusive as primeiras pinturas dos aviões lá na Boeing, em Seattle e na Airbus, em Toulouse. Cada pintura dessas leva, em média, de 6 a 12 dias para ser ficar pronta.

O primeiro avião a chegar às nuvens com a nova cara da LATAM será um Boeing 767, com design especial, que vai decolar do Rio de Janeiro em 1 de maio com destino a Genebra, para buscar a Tocha Olímpica. A LATAM Airlines, aqui no Brasil, é a apoiadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 e apoiadora oficial do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016.

Já o público vai poder embarcar nos novos aviões a partir do dia 5 de maio, quando vão decolar os três primeiros voos comerciais da LATAM, nesses trajetos: São Paulo-Santiago, Santiago-Lima e São Paulo-Brasília.

Também neste dia, a nova identidade vai fazer check-in em 13 aeroportos que contam com a presença da LATAM. Do balcão até as salas VIP, cartões de embarque e informações nas telas, o índigo e o coral vão colorir a viagem antes mesmo de entrar no avião.

Além do trabalho de identidade nos aeroportos e aviões, a Interbrand também ajudou a construir o novo Programa de Fidelidade e duas novas submarcas: LATAM Cargo e LATAM Travel.

E muita coisa boa ainda está por vir nos próximos meses.

TRIPULAÇÃO, LATAM A BORDO

Uma viagem pode começar a ser inesquecível antes mesmo de chegar ao seu destino. Pensando nisso, desenvolvemos também a marca da nova plataforma de conteúdo e entretenimento de bordo, que leva o nome de VAMOS/LATAM e estará presente na nova revista de bordo, site

 e app para celular.

DE DENTRO PRA FORA

A Interbrand também ajudou a transmitir todo o processo de desenvolvimento da marca para quem faz a LATAM todos os dias, com um programa de engajamento que envolveu Conselho, Diretoria Executiva e capacitação intensa dos times de cultura, marketing e comunicação da empresa. Antes mesmo do lançamento, mais de 500 pessoas das equipes do Chile, Brasil, Argentina, Peru, Equador, Colômbia, EUA e diversos países da Europa participaram dos

workshops pilotados pela Interbrand.

“Marcas fortes não são construídas da noite para o dia e precisam ser implementadas de dentro para fora. Mudanças no setor aéreo são particularmente complexas e precisam de uma governança eficiente, com ferramentas e processos estruturados. Estamos convencidos de que o resultado será uma marca de envergadura global, capaz de unir níveis de excelência mundiais ao melhor da cultura local”, conclui Daniella Bianchi.

 

Boa viagem!

(Texto: Carlota Braga e Tais Scaroni)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Carlota Braga
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Descobrindo LATAM

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Em agosto do ano passado, foi anunciada a 

nova identidade da marca LATAM, resultado da associação das companhias aéreas TAM e LAN. De lá para cá a marca foi ganhando vida em inúmeros pontos de contato, como o novo 

Programa de Fidelidade e as submarcas 

Travel e Cargo, que foram sendo apresentados aos poucos no site 

Construindo LATAM. Mas as novidades não param por aí: fique atento para acompanhar os próximos passos dessa jornada!

Enquanto isso, assista o vídeo para relembrar o processo de construção da marca.

Por dentro da evolução da LATAM – Ep1 from Interbrand SP on Vimeo.

 

 

 

 

 

 

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Tais Scaroni
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Naming na Música: histórias de marca e inspiração

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De AC/DC a ZZ Top. Do punk ao funk. Seja qual for a playlist que toca nos seus fones de ouvido, a música inspira você todos os dias. Aqui, na Interbrand, não é diferente: da estratégia à identidade visual. Da identidade visual à identidade verbal. A música que toca em nossos fones de ouvido nos inspira a criar novos propósitos, posicionamentos, logos, ícones, mensagens e nomes.

Eles, os nomes. Listas e mais listas até chegar ao nome exato, o nome que apresentará uma marca dali pra frente. Definitivamente, criar um novo nome não é uma tarefa fácil. Exige processo, mas exige também inspiração. É atrás dessa inspiração que aumentamos o volume dos nossos fones de ouvido, todos os dias.

Esse ano, nós decidimos fazer diferente. Nós decidimos que era hora de devolver toda essa inspiração para a música. E criamos o Naming na Música além do Naming na Música que você já conhece. Um tributo aos nomes de bandas que escreveram seus nomes na história da música. Nós remontamos as histórias por trás dos nomes de três bandas em uma sessão fotográfica. Pesquisamos os detalhes de cada história. Dos elementos da época até a produção do cenário, da produção do cenário até o exato figurino, do figurino até a maquiagem. Tudo isso, com uma dose de liberdade criativa e narrativa. O resultado é uma série de três pôsteres artísticos, que você pode conferir aqui embaixo.

 

Belle & Sebastian Belle é um garoto de seis anos que vive com Sebastian, um cão de montanha dos Pirineus, numa aldeia nos alpes franceses. A sinopse é do livro Belle et Sébastien, da escritora francesa Cécile Aubry.O livro deu origem a uma série de televisão em plena nouvelle vague e inspirou também a banda indie Belle & Sebastian. Por trás das câmeras, existe ainda o boato de que o nome era o apelido carinhoso entre o vocalista Stuart Murdoch e Isobel, ex-namorada e ex-integrante da banda. Triste fim.

 

AC/DC - Pacto com o demônio? Quem olha os chifres e as letras quentes do AC/DC pode até pensar que sim. Alguns chegaram a conspirar que o nome significaria “anticristos/filhos do diabo”, em inglês. A verdade é muito mais banal, mas não menos eletrizante.

AC/DC é a sigla para “corrente alternada/corrente contínua”, e a ideia veio, acredite, do cabo de energia da máquina de costura da irmã dos guitarristas Malcolm e Angus Young. Era Margaret Young quem costurava os clássicos uniformes da banda. Nem o diabo acreditaria.

 

Franz Ferdinand - O arquiduque Francisco Ferdinando viajava com sua esposa, Sofia, em um carro oficial do Império Austro-Húngaro quando uma bala atingiu seu pescoço. O atentado iniciou a I Guerra Mundial, mas também deu origem ao nome da banda escocesa Franz Ferdinand. A ideia, porém, não surgiu dos livros de história. Alex Kapranos e seus amigos assistiam a um evento de turfe quando viram o nome “Franz Ferdinand” em um dos cavalos. Foi essa também a aposta dos músicos para o nome da banda. E que comece a guerra, ou melhor, o show.

 

Olha só o vídeo do making of :)

Naming na Música – Making of from Interbrand SP on Vimeo.

 

Ficha técnica:

Texto – Pedro Kastelic

Direção criativa - Interbrand

Fotógrafo – Deco Cury

Assistente de fotografia – Carlos Sevilla

Produção artística – Zsa-Zsa

Fernandes Produtora de casting – Carolina Gatti

Maquiadora – Nuria Ariel

Modelos – Ycaro Casagrande, Valter Garcia e Augusto Lourenço

Trilha sonora do vídeo - Jonny Chan and the New Dynasty

(ps: nós já desvendamos os nomes de mais de 40 bandas. Relembre

aqui).

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Tais Scaroni
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Dos quadrinhos para o cinema

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Com o boom dos filmes e séries de heróis dos últimos anos, foi necessário uma adaptação do visual das HQs para o cinema e a TV e é curioso notar como a indústria utilizou de recursos gráficos para transportar a essência das histórias em quadrinhos para as telas.

O title sequence é aquela cena que introduz ou finaliza o audiovisual e que guarda toda a identidade da produção. Esse recurso é muito explorado no universo das HQs e serve como fio condutor da ficção entre o mundo do papel e das telinhas.

Os profissionais que trabalham com title sequence design são responsáveis por colaborar na criação de aberturas, créditos e títulos de filmes, e no caso dos filmes de heróis o grande desafio é criar um projeto desse tipo sem perder a bagagem visual dos quadrinhos e enriquecer a experiência do telespectador. 

Os trabalhos abaixo são ótimos exemplos de projetos de title sequence de filmes e séries baseados em histórias em quadrinhos.

 

X-Men First Class (2011) 

 

X-MEN: First Class from Simon Clowes on Vimeo.

Dirigido por Matthew Vaughn, o filme conta a origem dos X-Men no cinema e é todo ambientado nos anos 60, que é refletido para o design dos créditos através das cores e efeitos visuais da época. A vinheta foi produzida pelo estúdio Prologue.

 

Capitão América: O Soldado Invernal (2014) 

Dirigido pelos irmãos Russo, o filme é focado em espionagem e o estúdio Sarofsky Corp criou um ótimo trabalho de title sequence que brinca com formas e contra formas, refletindo bem a dualidade da trama.

 

Watchmen (2009) 

Watchmen – title sequence from Neil Huxley on Vimeo. 

O filme teve bastante polêmica por parte dos fãs, mas é impossível desmerecer o trabalho visual da abertura do filme, que resume o início da história, e traz toda a influência dramática dos quadrinhos. A ideia foi concebida pelo designer Neil Huxley.

 

Demolidor (2015) 

Produzida pelo estúdio Elastic, a abertura retrata todo o ambiente pesado que o herói vive em New York, além de utilizar o sangue como elemento visual, revelando objetos ocultos conforme ele escorre, o que faz uma analogia à cegueira do personagem.

Para os curiosos, o site Art of Title, traz um conteúdo enorme sobre este assunto, com vídeos de várias épocas do cinema e da TV.

Texto e imagem por Carlos Teles.

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Carlota Braga
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RIP Rogério Duarte

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Faleceu ontem, aos 77 anos, um dos mentores da Tropicália. O baiano Rogério Duarte foi um dos ícones do design brasileiro e realizou trabalhos importantes em parceria com Gal Costa, Gilberto Gil e Gláuber Rocha, como o famoso cartaz do filme “Deus e o diabo na terra do sol.”

Veja mais aqui.

#RIP

(texto: Carlota Braga imagem: Lucas Machado)

 

 

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Carlota Braga
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LATAM anuncia novas marcas Travel e Cargo

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Os últimos dias têm sido de muitas novidades para a  LATAM Airlines. A companhia anunciou mais duas novas marcas: semana passada foi LATAM Travel e nesta foi a vez de LATAM Cargo.

LATAM Travel é a agência de viagens da LATAM e substitui TAM Viagens e LANTOURS. Ela nasce com o compromisso de levar o melhor da LATAM para o mundo, com o olhar de especialista de quem conhece a região e o mundo como ninguém.

LATAM Cargo é a união de TAM Cargo e LAN Cargo. Uma marca que valoriza a parceria e o comprometimento para levar os negócios e os sonhos das pessoas cada vez mais longe.

As duas marcas serão gradualmente implementadas durante os próximos anos.

Este é mais um passo do processo de construção da marca LATAM!

Veja mais aqui

(texto: Daniela Klepacz imagem: Lucas Machado)

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Carlota Braga
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Uma homenagem aos 7 anos da marca Insper

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A “marca nova”do Insper acaba de completar 7 anos de existência. Com muito orgulho, acompanhamos esta trajetória desde o princípio.

O projeto de concepção da marca certamente está entre os maiores desafios e orgulhos da InterbrandSP. 

Desde então, o Insper cresceu, incorporou novas disciplinas e segue firme no seu propósito de ser a melhor instituição de ensino superior brasileira.

Ficamos muito felizes por conviver com profissionais, consultores, professores e alunos todos os dias.  E para comemorar, contamos aqui, numa breve entrevista com Márcia Moura, diretora de Desenvolvimento Institucional, o caminho percorrido pela gestão da marca – da criação do nome até hoje.

IBSP: Uma das premissas do Insper, desde o início, é: “Existe uma coisa tão importante quanto aprender: saber o que fazer com isso.” Quais foram os maiores aprendizados desses sete anos de marca nova e o que vocês fizeram com isso?

MM: O processo de mudança nos alertou para uma série de questões, sobretudo as que envolvem os públicos afetados pela marca e como eles poderiam colaborar com o processo. O que considero um divisor de águas em nossa maneira de conduzir as principais ações foi o projeto de gestão da marca, realizado em 2013. Aí nos demos conta da importância da força de uma marca e também do quanto isso estava ao nosso alcance. A partir daí, passamos a trabalhar com mais consciência e senso de propósito, por meio de questionamentos mais profundos e estratégicos. Por fim, aprendemos sobre a importância da consistência entre os diversos pontos de contato do Insper.

IBSP: Outra premissa fundamental da marca é a “experiência pelo conhecimento.” Quais foram os maiores desafios da marca nesse período e quais são os próximos objetivos? 

MM: Um dos principais desafios foi não termos a marca associada a apenas um ou dois segmentos. Aprendemos diferentes formas de evidenciar nossa competência em formar e desenvolver pessoas para diferentes ambientes profissionais. Outro desafio dizia respeito ao impacto do conhecimento produzido por nosso corpo docente, sobretudo na área de pesquisa. Criamos um núcleo dedicado a este tema, que vem contribuindo continuamente para a força da marca. Afinal, Insper é Ensino e Pesquisa. Também posso citar um desafio de ordem prática que é o de garantir que todos da equipe estejam sempre comprometidos com a preservação da identidade visual e verbal da marca e na execução de suas responsabilidades, assim como ajudando a perpetuar essa identidade por meio de novos integrantes. É uma questão de cultura organizacional muito importante para nós. Daqui pra frente, o objetivo é fortalecer ainda mais nosso tom de voz para que sejamos ainda mais múltiplos, flexíveis, ágeis, contemporâneos e criativos, sem perder a tradição.

IBSP: No atual cenário em que o país se encontra, como os valores essenciais do Insper (inspirar, transformar e pertencer) podem continuar fazendo a diferença?

MM: Investimos muito na promoção de debates sobre temas relevantes à sociedade. Nossos alunos encontram o espaço e o apoio que se fizer necessário para discutir ideias, avançar em considerações com visão crítica, fatos e dados. Atraímos um número crescente de pessoas que atuam em diferentes setores para compartilhar conhecimento e melhores práticas. Investimos também em centros de pesquisa em torno de questões determinantes para o crescimento do país. Somos neutros, estudiosos, inquietos. Nosso papel é provocar, promover uma agenda que contribua para a formulação de políticas públicas, para o fortalecimento das organizações. Nossa visão é a de um sistema em que escola, empresa, indivíduo, aluno e comunidade acadêmica atuem gerando valor mutuamente.

 

Vida longa ao Insper!

Daniella Bianchi

 

 

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