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Adriano Alves
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Marca Brasil sai da Copa Fortalecida

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A Copa acabou e o gosto amargo da derrota ainda permeia alguns paladares. Mas se a seleção não saiu com saldo positivo do evento, não podemos dizer o mesmo da marca Brasil.

Confira aqui a entrevista que nosso Diretor Executivo, Beto Almeida, deu ao Propmark falando sobre como a marca do país se fortaleceu após o Mundial.

 

Crédito da Imagem: o.canada.com

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Onde as palavras não tem vez.

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Sem palavras. É assim que os usuários da nova rede social Emojili vão se comunicar.

Como o próprio nome sugere, o Emojli aceita apenas emojis, ou seja, nada de textos ou hashtags. Ficamos surpresos com a ideia que, apesar de muitos terem encarado como piada, explora uma nova vertente de comunicação. Uma ideia inédita e bastante criativa!

O que chama atenção nesse caso, além do fator inovação, é como os emojis se tornaram uma poderosa ferramenta de expressão. Desde a época do nosso velho e aposentado amigo MSN essas figurinhas existem, antes atendendo pelo nome de emoticons. Mas apesar de fazerem parte dos hábitos digitais há um bom tempo, nunca foram tão usadas e reconhecidas como são hoje.

Com certeza o Whats App foi o maior introdutor e difusor dos emojis. Quantas pessoas deixam de escrever “beijo” ao fim de uma conversa e usam a imagem de uma beijoca ou de um smile mandando um beijinho?

Se antes ninguém dava muita bola ou os usavam como apoio, hoje são protagonistas na comunicação digital, conquistando praticamente todos os usuários de smartphones. Afinal, de um jeito ou de outro, eles ilustram sentimentos e expressões que representam o nosso comportamento no dia a dia.

Os criadores da plataforma, Tom Scott e Matt Gray, se inspiraram no aplicativo Yo,  que conseguiu arrecadar US$ 1 milhão, mesmo que sua única função é permitir o envio da palavra “Yo” para a lista de amigos.

Veja ao vídeo de apresentação do Emojli:

A rede conta com 250 mil possíveis combinações para nicknames –sim, até seu nome precisa ser feito de emojis, sendo que mais de 10 mil pessoas já reservaram um apelido. Se não quiser perder tempo e reservar o seu também, visite o site oficial.

Ainda que o Emojli exija boa memória dos usuários, afinal você vai ter que decorar a combinação de emojis de todos seus amigos, ela traz um diferencial único: a impossibilidade de criar spams, devido ao formato unicode. Ou seja, uma rede mais segura.

Mas esse ambiente será vantajoso para as marcas? Será que há como representar um logo, um posicionamento, através de emojis pré-definidos? Os mesmo que seus concorrentes também podem usar?

Sem dúvida as marcas que decidirem fazer da plataforma um ponto de contato vão enfrentar muitos desafios. Porém ela não deve ser ignorada ou descartada, em vista de que vivemos em uma época ditada pela tendência omni-channel.

Ainda é cedo para saber se o Emojili vai ser um sucesso ou apenas uma febre passageira, mas não há como negar que novidades são sempre excitantes.

 

Texto por Adriano Alves.

Referências:
Emojinal Art Gallery
Diário Digital
Julia Petit 

 

 

 

 

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M&A e o mercado de capitais

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O mercado de capitais é um target importante para as marcas em processo de fusão e aquisição. Entenda mais:

Entre os públicos estratégicos para a construção de uma marca está o mercado de capitais, tanto na figura dos analistas de mercado, como do público investidor, representado pelos grandes, médios e pequenos acionistas [estes últimos com ainda mais impacto, uma vez que têm o comportamento de pessoa física, semelhante aosconsumidores dessas marcas].

Nesse sentido, a estratégia de marca se converte no meio de comunicar e tangibilizar as mudanças, e dar provas reais de que a empresa está implementando sua estratégia de negócios. O resultado disso é que é cada vez mais frequente que os projetos de marca envolvam os grandes bancos de investimento e os acionistas das empresas.

Grande parte dos ajustes nas estratégias de negócios que motivam consolidações são geradas pela pressão por alcançar maior valor de mercado. Se pensarmos que o valor da marca é parte significativa do valor de uma empresa, trabalhar com esse percentual de valor para aumentar o seu número absoluto é fundamental para que uma empresa obtenha melhores avaliações do mercado. Na média das marcas mais valiosas do mundo pelo ranking da Interbrand, o valor de uma marca no valor total da empresa chega a 40%.

Mas essa não é a realidade para os mercados B2B, nos quais os ativos tangíveis predominam no valor total do negócio. Se, por um lado, esse é um desafio para os gestores das marcas na luta por incrementar a relevância destas na empresa, por outro é uma oportunidade para que uma empresa construa uma promessa única com muito menos investimento.

Marcas fortes, com consistência entre a promessa e a entrega, obtêm melhores resultados – seja pela maior lealdade ou preferência do seu público consumidor ou pelo maior engajamento dos colaboradores que aumentam sua produtividade. Ainda assim, muitas empresas confundem ajustes na estratégia de marca com um retoque na identidade visual ou uma mudança de nome. Se esses ajustes cosméticos não forem acompanhados por uma mudança real na empresa e sua entrega, podem até provocar um impacto positivo no curtíssimo prazo. Porém, ao longo do tempo, fatalmente o mercado penalizará estas empresas reduzindo suas projeções a níveis até inferiores aos observados antes da movimentação de marca.

Portanto, as marcas que se preocupam em corresponder com consistência às expectativas dos mercados de capitais tendem a alcançar resultados ainda mais positivos e a obter maior preferência nas mentes dos investidores, o que é extremamente relevante em um momento em que a cultura de investimento no mercado de capitais se solidifica no país e que os olhares dos investidores estrangeiros se voltam para o Brasil.

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Glossário de Marcas

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Já ouviu falar sobre Lifestyle Brand (Marca com Estilo de Vida)? Saiba o que esse e outros termos com a letra L significam:

Leveraging (Alavancagem)
Quando a empresa usa a força de uma de suas marcas de sucesso para apoiar um produto novo em um mercado diferente, porém relacionado com o atual. Como os consumidores têm opiniões fortes sobre a qualidade, a consistência e o valor de uma marca, muitas vezes isto é transferido para uma marca “alavancada”. Por exemplo, os consumidores que são fiéis a um determinado computador podem querer experimentar uma nova impressora que tenha a mesma marca.

Lifestyle Brand (Marca com Estilo de Vida)
Marca dirigida a um público-alvo baseada na maneira em que este vive e se identifica com seus interesses e atividades, desejos e necessidades, gostos, atitudes, padrões de consumo e de hábitos. Os atributos de uma marca para estilo de vida são adaptados para públicos específicos de forma que desde cedo obtenham adoção e uso sustentado.

Lifetime Customer Value (Valor do tempo de Vida do Consumidor)
Uma equação e um enfoque que calcula o valor de um consumidor no seu tempo de vida como comprador. O objetivo é identificar os consumidores mais lucrativos e organizá-los em segmentos específicos. A partir disso, podem ser oferecidos meios para assegurar a fidelidade. Trata-se de calcular o valor que os consumidores representam para a marca ou empresa ao longo de todo o seu ciclo de vida. Isto tira a ênfase nas transações individuais e permite às empresas concentrar o foco em alvos mais precisos de segmentos do mercado. Para calcular o valor do tempo de vida, considera-se o seguinte: quanto custa conquistar os consumidores; quanto custa mantê-los, a média de duração de sua vida; e o valor médio que eles proporcionarão nesse período.

Lock Up
O lock up define o relacionamento entre dois elementos de design e como esses elementos devem aparecer em conjunto. Reconhece as zonas de exclusão, relacionamentos de tamanho e posição e determinação do uso independente. A posição de um logotipo corporativo com seu slogan, por exemplo.

Loyalty Programs (Programas de Fidelidade)
Iniciativas específicas que oferecem um benefício cumulativo para os compradores que apoiam a marca. Podem ter a forma de programas de pontuação, descontos, ofertas especiais, acesso seletivo ou até mesmo mercadorias  e serviços gratuitos. Os principais exemplos são programas de distribuição frequente de folhetos e programas de compras. (programas de fidelidade diferem dos programas de afinidade, nos quais não existem valores econômicos diretos.)

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Cada nome tem seu lugar

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Quem trabalha com gestão de marcas já está cansado de saber que a escolha do nome de uma empresa é um processo muito mais difícil do que a escolha do nome de um filho primogênito.

Sim, naming consegue ser mais complexo que agradar a sogra, o parceiro e ainda pensar em todos os possíveis riscos de bullying que a criança pode sofrer.

O nome da marca precisa ser atraente, visual, condizente com o posicionamento da empresa e, principalmente, atemporal. Afinal, quem funda uma empresa espera que ela permaneça atual e prospere “para sempre”. Ah, isso sem falar nas questões legais, de registro etc. Mas e se as cidades, estados e países passassem por um processo de naming?

Após uma rápida pesquisa já é possível perceber quantos nomes de localidades são pouco atraentes. Tá, provavelmente um dia eles devem ter sido efetivos para a população local ou para o momento histórico da região, mas hoje não seriam lá muito bem recebidos pela população.

Separamos aqui alguns nomes que poderiam ser repensados. E se houver interesse de alguma prefeitura nos serviços de naming, nossa equipe de Identidade Verbal está aqui para isso. Esperamos que você concorde, leitor. E, sim, pode sugerir alguns.

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- Rio de Janeiro: O nome já surgiu de um equívoco. Confundir uma enseada com um rio realmente não faz muito sentido. Ou faz?

- Espírito Santo: Foi-se o tempo em que a base religiosa dominante era uma só. Vivemos em um Estado laico e o nome dos estados também deveriam ser.

- Paraíba: Do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável. Realmente não é atraente, nem o significado e nem a sonoridade. Seria uma boa ideia unir o Pa’ra (rio) com Porã (também do Tupi, que quer dizer bonito). Paraporã seria mais simpático e com um significado muito mais positivo.

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Quem acertou?

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- Amazonas: Um dos nomes mais precisos e significativos do território brasileiro: Além de transmitir a garra do povo brasileiro, ainda resgata a identidade dos nossos guerreiros indígenas e relembra o papel da mulher na sociedade, principalmente em tempos de alta no feminismo.

- Holanda: É outro nome muito eficaz. Do germânico “holt”, “coberto de árvores”, e “land”, “terra”. O nome em holandês Nederland também vem do germânico e significa “terras baixas”. Daí a outra denominação em português: Países Baixos. Um nome sonoro e significativo, que condiz com a imagem do país. O único problema é que a dupla dominação pode confundir o target.

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Viu, o nome certo faz a diferença e, como diria a propaganda do Sebrae, a mão de um especialista também.

 

Texto por Tata Scaroni

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Pedrinho
Paraporã é mais simpático? Bem, tem gosto pra tudo. Acho a sonoridade de Paraíba muito mais simples. Isso mostra a verdadeira função de um nome: nomear. Nada mais. Paraíba é uma palavra que nomeia um estado. É disso que as pessoas precisam. O significado dela fica a título de curiosidade.
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Best Mexican Brands 2014

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Interbrand lança hoje o Best Mexican Brands 2014.

O ranking das 25 marcas mais valiosas do México é liderado pela companhia de telecomunicações Telcel.

Aqui você encontra mais informações sobre o estudo.

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Perder é do jogo…

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Na hora de comemorar, todas as marcas aparecem. Felizes, otimistas, todas em verde e amarelo e cheias de orgulho. Mas o que fazer quando o resultado não vem? Como diria o sábio treinador, a bola pune. Agora, se em campo não dá pra ganhar sempre, as marcas patrocinadoras precisam saber virar o placar fora dele.

Nos últimos meses, os mídias não tiveram uma vida fácil. Se antes todo mundo duvidava se teria ou não copa, as marcas foram as que mais demoraram para decidir. Os filmes publicitários só começaram a ser veiculados dias antes do mundial começar. Todas pareciam esperar para tentar adivinhar o que fariam os brasileiros: pintar as ruas ou dar as costas? Torcer ou vaiar? Participar ou ignorar?

Mas, em cima da hora, como de costume, os brasileiros entraram no clima e as empresas também. O apito soou, os patrocinadores do mundial e da seleção colocaram as campanhas no ar e os brasileiros se transformaram em torcedores. E esses não fizeram feio na copa das copas: sofreram, participaram, gritaram, comemoraram, mas se frustraram.

E, como quase tudo que acontece no século XXI, as opiniões invadiram as redes sociais. Mas e as marcas? O que fizeram? Quem não desligou a TV depois da goleada da Alemanha percebeu que os filmes comerciais continuaram os mesmos.

O que houve? Ninguém percebeu ou ninguém se preparou?

No universo digital, algumas marcas encararam com um pouco de humor, outras sofreram junto, como tem que ser no futebol. Gatorade, Visa, Nike e outros foram um pouco mais rápidas – claro, na internet.

 

A Sadia foi  a marca com reflexo mais rápido, avisando que 2018 tá aí, e que os mini-torcedores já aprenderam a sofrer e a comemorar.

As marcas podem ter demorado, mas passado algum tempo do baque, as respostas começaram a aparecer. A Coca-Cola, mostra quem já tinha visto o Brasil perder em casa, mas ressalta, que a vida continua. E consola: “com toda certeza ainda verão o Brasil ser campeão”.

Para grandes eventos e grandes oportunidades de comunicação, as marcas precisam se preparar. Com antecedência, com cuidado. Entender o que está por acontecer, os cenários possíveis e também considerar que a vitória nem sempre é garantida.

E marca que quer ser lembrada tem que estar preparada. E continuar junto da sua torcida, do seu patrocínio. Na goleada e na derrota. Na alegria e na tristeza. Isso é ser verdadeira, como o futebol.

 

Texto por Carolina Cernev.

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Interbrand SP é premiada no A Design Award Competition

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O A Design Award Competition é uma das maiores e mais conceituadas premiações do design internacional. 

É com muito orgulho e felicidade que anunciamos a conquista do troféu na categoria Graphics and Visual Communication Design, com o projeto de rebrand para a marca Netshoes.

Parabéns a toda equipe envolvida! Daniella Giavina-Bianchi, Beto Almeida, Laura Garcia, Felipe Valério, Cristiane Inoue, Danielly Tavares, Fernando Andreazi, Pedro Mattos, Leandro Strobel, Lucas Machado e Fábio Testa.

Para saber mais sobre o concurso, clique aqui.

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