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A nova Cyrela

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Desenvolvemos a estratégia e as identidades das novas marcas de Cyrela. Este projeto que durou cerca de um ano e envolveu todas as áreas do nosso escritório é um dos mais importantes do setor.

Durante o processo de investigação e análise do projeto, foi definido que a Cyrela deveria se posicionar de forma diferente como marca corporativa e marca de produto. Para isso, criamos 3 plataformas de marca e 3 identidades diferentes: Cyrela como marca corporativa, Cyrela como marca de produto e Living como marca de produto.

Para a marca corporativa da Cyrela, que se relaciona com os públicos internos, investidores e fornecedores, nós criamos uma nova linguagem de constante renovação, inspirada no movimento do sol desde que nasce até se pôr. As cores utilizadas na identidade compõe um degrade que reflete esse movimento e conceito de continuidade também expressado nos textos e campanhas institucionais do grupo.

A marca de produto da Cyrela foca agora  o seu posicionamento no mercado de alto padrão e luxo. Um dos grandes exemplos dessa nova fase é o lançamento do empreendimento Cyrela by Pininfarina. Na identidade visual, o logotipo sofreu uma reestilização do símbolo da casa, ganhando mais modernidade e leveza. O direcionamento visual da comunicação busca expressar exclusividade e requinte nos detalhes. Para a identidade verbal, construímos uma linguagem aspiracional. O tom de voz repleto de inspiração e poesia se conecta com o propósito da marca e com seu principal público alvo.

A marca Living, que antes focava nos empreendimentos econômicos, agora se posiciona para o segmento de médio padrão.  Para o público da marca, a linguagem também sofreu alterações, trazendo descontração e a felicidade do dia a dia como fios condutores. A identidade visual da Living também expressa essa atmosfera fun através de cores e imagens traduzindo a essência de seu público que busca preencher o espaço com a sua personalidade.

No dia 18 de setembro, as marcas foram lançadas para os colaboradores da Cyrela, dá uma olhadinha como ficou:

 

 

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Guber
Parabéns, muito bom, excelente
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Daniela Moniwa
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As estratégias por trás das lojas conceito

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A mídia tradicional não é mais suficiente para engajar o consumidor, é preciso que a marca transcenda barreiras e crie um relacionamento próximo, interativo e consistente em variados pontos de contato. Melhor ainda é quando, a partir disso, a marca consegue criar experiências marcantes.

Pois é ai que surgem as flagships ou lojas conceito, espaços estrategicamente localizados e decorados que reunem a experiência das marcas em um ambiente físico, capaz de conectar e gerar maior receptividade com o público, e é uma grande oportunidade de construir um relacionamento direto, sem intermediários. A partir desse contato, as empresas conseguem entender melhor os interesses dos prospects e clientes, criar um diálogo mais extenso e pessoal e receber feedbacks sobre sua atuação.

Algumas lojas conceito geram cadastro, o que cria uma oportunidade, de desenvolver um banco de dados e impulsionar um relacionamento ainda mais longevo, principalmente quando se trata de um segmento premium, o qual normalmente requer um maior cuidado, conhecimento e tempo na decisão final de compra. Os dados permitem que haja uma segmentação do público, identificando-os por perfil, e prosseguir a comunicação com foco direcionado a cada grupo de pessoas.

A loja conceito cria awareness e um maior reconhecimento e entendimento das qualidades e características da marca, e o investimento é justificado, principalmente pelo alto valor agregado a marca, retorno em mídia espontânea e financeiro mesmo que de longo prazo.

Veja exemplo de flagships abaixo:

A Melissa reúne o universo das artes para absorver as influências e recriar novas versões de si mesma; não é um calçado, mas um objeto de design que ultrapassa forma e conteúdo chegando à verdadeira mensagem que quer transmitir: a do plástico como opção. E é seguindo esse conceito que surgiu, a Galeria Melissa, sua flagship que inspira todos os visitantes, é o principal ponto para lançamentos de produtos, muitos criados por seus parceiros para total exclusividade da marca Melissa, e conta com exposições de design, fotografia, tecnologia e moda. Em parceria com a 3M, e em uma de suas mais criativas amostras, a fachada da loja foi decorada com post-its coloridos, e os visitantes puderam deixar seus recados nos papéis expostos na parede.

O Audi Lounge é um espaço criado pela Audi, para a comemoração de 20 anos no Brasil, com o intuito de encantar o público, a loja transmite a progressividade, esportividade e sofisticação presentes no universo da marca. O espaço oferece salas para reuniões,  uma parede sensorial com a linha do tempo, modelos exclusivos expostos, um bar aberto na cobertura e em alguns eventos conta com o apoio de marcas como a Pipó  (pipoca gourmet) que oferecem produtos ou serviços alinhados com o posicionamento da marca.

A Samsung acaba de inaugurar sua flagship no Shopping Iguatemi de São Paulo, com o principal objetivo de “lançar pessoas” ao invés de “lançar produtos”.  A loja não comercializará os produtos da marca, mas irá surpreender o público diariamente com um espaço inspirador, onde as pessoas poderão interagir com especialistas e com a tecnologia, contando já na primeira semana com apresentações de artistas que fazem uso dos aparelhos das marcas no ambiente profissional, e visando estimular a criatividade dos brasileiros. Em comunicado oficial, Paola Campanari, gerente sênior de marketing corporativo da Samsung afirma “A Samsung não é exclusivamente uma empresa de tecnologia. Lançamos não apenas produtos, lançamos produtos que potencializam o talento das pessoas. Launching People é uma tradução do DNA da marca”.

Texto por Daniela Klepacz

 

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Três motivos para acreditar que o branding tem o poder de mudar o mundo

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Na Interbrand, acreditamos que as marcas tem o poder de mudar o mundo para melhor. Esse é o nosso propósito, o que nos inspira e nos motiva a medir nosso sucesso não apenas pela satisfação do cliente, mas pelo impacto que criamos na vida das pessoas.

Parece ambicioso, não?

Mudar o mundo certamente se encaixa melhor como missão de centros de medicina dedicados à cura do câncer do que na de executivos empenhados em criar marcas fortes. A ideia de que nenhuma vida vai estar em risco se não fizermos nosso trabalho direito não é uma provocação sem fundamentos.

Mas existem razões para acreditar que essa história pode ser contada de uma forma diferente. As marcas tem sim um papel muito importante em melhorar a vida das pessoas, e os três pontos abaixo ajudam a introduzir essa conversa.

1) Marcas bem geridas aumentam a produtividade da economia

O primeiro ponto é bem simples: marcas bem trabalhadas aumentam o valor agregado de produtos e serviços, o que possibilita cobrar um preço maior e aumentar o lucro das empresas. Esse lucro adicional é reinvestido em fatores que impulsionam a produtividade, como inovação e P&D, que por fim acabam melhorando a vida das pessoas: mais conforto, saúde e qualidade de vida.

O esquema abaixo, de um estudo da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), ilustra este raciocínio:

Se antes a produtividade vinha do chão de fábrica, usando e abusando dos ensinamentos de Ford, hoje as empresas não podem ignorar a parcela da economia que diz respeito aos serviços (lado direito do gráfico). E é justamente nesta parcela que se encaixa o branding, como explorou essa reportagem da Exame.

Apesar do clichê, ninguém melhor para explicar esse ponto do que a Apple. Ela combina uma força de marca que transcende indústrias com uma estratégia de negócios fundamentada pela inovação, resultando em produtos e serviços que transformam o nosso dia-a-dia. E se produtividade é o tema em questão, o que dizer de um relógio que mede todos os nossos movimentos para que sejamos nós mesmos mais produtivos?

2) Marcas tem o poder de provocar uma mudança no comportamento humano

Esta questão já é bem conhecida: marcas bem trabalhadas são capazes de incentivar as pessoas a fazer o bem; que de outra forma, talvez não o fariam.

ONGs globais como a WWF e Unicef basicamente sobrevivem dessa lógica, e sempre trabalharam suas marcas com investimentos cuidadosos, olhar atento para parcerias, e gente talentosa para trabalhar. Elas sabem que é preciso criar cada vez mais identificação com as pessoas para que elas saiam do status quo e promovam alguma mudança real.

No mundo for-profit, enquanto empresas começam a entrar na onda e adotar esse tipo de atitude, algumas já vieram com esse DNA de fábrica (na maioria das vezes carregado pelo seu fundador).

É o caso da Tom’s Shoes que, para cada sapato que vende, doa um para quem precisa. Desde sua fundação em 2006, já doou mais de 2 milhões de pares de sapato para crianças carentes em mais de 51 países.

Ou também a Chipotle, que incentiva a criação natural dos animais que fornecem os ingredientes do restaurante. Os vídeos que contam essa história viralizaram na internet com pouca mídia paga e já somam mais de 26 milhões de views no Youtube.

3) Marcas ajudam a expressar a nossa própria identidade

Esse último ponto diz respeito à relação única de cada pessoa com suas marcas favoritas. Por serem fundamentalmente construídas sob atributos humanos que valorizamos, nós acabamos “pegando emprestado” essa identidade para ajudar a expressar a nossa própria.

É claro que essa ideia pode nos levar à exemplos como Ferrari, Johnnie Walker, Channel… que de fato conseguem levantar o ego de qualquer um, apesar de não serem acessíveis à todos.

Mas também existem marcas democráticas, de diferentes segmentos, que trazem essa identificação. É o caso de Dove, que descontrói os tradicionais conceitos de beleza para incluir todas as mulheres, magrinhas ou gordinhas. Ou das mundialmente famosas Havaianas, que foram e continuam sendo um símbolo de personalidade descolada, brasileira, e que serve para todo tipo de pé.

Esses três pontos contam uma história bem mais bacana de como as marcas podem mudar o mundo para melhor. Uma ideia interessante seria nos perguntar, ao final de cada trabalho, se estamos entregando pelo menos um deles. Se sim, não só estaremos contribuindo para que as pessoas vivam melhor, como definitivamente estaremos fortalecendo a sustentabilidade do nosso negócio.

Escrito por Marcelo Ferrarini, consultor de estratégia e avaliação de marcas; imagens por Fábio Testa, designer

 

 

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Aperte o Play: Marcas que brincam com músicas

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As músicas levam em si um universo próprio, mensagens em letras e sons que conseguem atingir as pessoas de uma forma inexplicável.

Esse poder de conquistar pelos ouvidos já foi descoberto há muito pelas marcas. Quem não se lembra dos famosos jingles da Varig ou da Parmalat? Mas, ainda hoje, é um recurso que faz a cabeça e os ouvidos dos consumidores, e com um adicional: a tecnologia.

Separamos alguns exemplos recentes onde as músicas foram adotadas pelas marcas como meio de interagir e atrair a atenção dos clientes.

Sintonizando as marcas

Já que a música consegue atingir pessoas de qualquer universo e idade, por que não criar uma rádio que reflete exatamente os interesses do seu target? Essa foi a ideia da Tang e da Veja.

A Rádio Tang, marca da Mondelez e líder na categoria de sucos em pó é a primeira rádio digital brasileira voltada para crianças de 8 a 13 anos. A programação estimula a interação com as crianças em diversos quadros e, a cada participação, o ouvinte ganha Ecoletas, moeda virtual que pode ser trocada por prêmios como mochilas, capas para notebook e sacolas ecológicas, reforçando o posicionamento da marca voltado para a sustentabilidade. A Rádio Tang pode ser acessada pelo site Esquadrão Verde ou pelo celular, por meio da plataforma TuneIn, disponível para os sistemas Android e iOS.

A marca Veja, da Reckitt Benckiser, para comemorar os 45 anos de existência lançou o app Rádio Faxina, uma playlist de músicas para tornar a limpeza da casa um momento divertido. O app, criado pela agência Pong Dynasty, está disponível para Android e IOS e faz parte da campanha “Toda faxina é uma festa”. Nesta fase da comunicação, a marca busca engajar os consumidores pela música, oferecendo quatro estilos musicais diferentes: Pop, Rock, Samba & Pagode e Sertanejo, sob a curadoria do produtor musical Maestro Billy, DJ do programa Caldeirão do Huck.

A Kontor Records também entrou na onda dos discos e, para divulgar a nova música de seu artista Boris Dlugosch, enviou uma mala direta que simula um vinil que pode ser tocado por smartphones. Basta colocar o aparelho em cima do anúncio que o QR Code é ativado e a faixa começa a tocar. E ainda dá para mexer a “agulha” e controlar o tempo da música.

Em busca do batimento perfeito

Esse ano, duas campanhas chamaram a atenção por inovarem criando música através dos batimentos cardíacos. A primeira delas foi uma criação da DM9DDB para a Johnson’s Baby, onde as medidas de 3 bebês durante a gravidez foram usadas pelo músico Jarbas Agnelli para criar melodias. A música final, apresentada às mães, foi executada por uma orquestra sinfônica, formada por 30 músicos e um coral com 10 cantores. É realmente para fazer chorar.

Com o mote “Coração: mais do que um órgão, uma orquestra inteira”, a Becel, por um frequencímetro, mediu os batimentos cardíacos dos noivos, pais e padrinhos de um casamento real e, com ajuda do músico Lucas Lima, uniu essas frequências em uma única melodia.

Uma coisa é fato: Propaganda e música são dois assuntos que carregam em si um toque de magia e quando são combinadas conseguem inspirar ainda mais. São tantos exemplos que poderiam ser citados que, quem sabe, isso não inspire um Lado B para esse post.

Escrito por Tatá Scaroni

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Best Bairro Brands

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Você já deve conhecer o ranking das Marcas Brasileiras Mais Valiosas e o Best Global Brands, estudos que listam as melhores marcas do Brasil e do mundo produzidos pela Interbrand. Este ano, nós aqui do escritório de São Paulo decidimos olhar à nossa volta para as marcas que nos acompanham no nosso dia a dia.

O estudo Best Bairro Brands, que será lançado no fim de 2014 precisa muito da sua ajuda para reunir as marcas mais legais de cada bairro da cidade de São Paulo. Pode ser aquela padaria super bacana, aquele sapateiro fiel, a locadora onde alugamos os nossos filmes preferidos, a livraria, o restaurante, a lanchonete…

Para participar, basta clicar aqui responder algumas perguntas, e o time da Interbrand vai procurar conhecer tudo sobre a sua indicação, que pode acabar entrando no grande guia das melhores marcas de bairro da cidade!

Contamos com vocês!

 

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Adriano Alves
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IBSP é ouro, prata e bronze no IDEA Brasil 2014!

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Na última sexta-feira rolou a entrega dos prêmios IDEA Brasil, um dos mais importantes do design brasileiro. Nossa equipe marcou presença no evento e trouxe aqui pro escritório um troféu de ouro, dois de prata e um de bronze!

Nosso ouro foi pelo projeto de rebrand da marca Salsaretti. Os projetos de Votorantim Cimentos e Netshoes levaram prata e Allianz arrebatou o bronze.

Parabéns às equipes envolvidas em todos os projetos!

Daniella Giavina-Bianchi, Beto Almeida, Gil Bottari, Fernanda Leite, Camila Papin, Shingo Sato, Rafael Cipolla, Fabio Brazil, Leandro Strobel, Lucas Machado, Fábio Testa, Danielly Tavares, Laura Garcia, Fernando Andreazi, Fabio Palmer, Felipe Valério, Rodrigo Marques, Cristiane Inoue, Pedro Mattos, Ana Paula Mitie, Juliana Hobo e Natalia Zomignan.

Para saber mais sobre o IDEA Brasil, clique aqui.

 

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Adriano Alves
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Consistência, não tem preço!

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Há 17 anos…

Pela primeira vez, tivemos uma ovelha clonada;

O StarTAC estava em seu auge;

O Google dava seus primeiros passos;

E a Mastercard já sabia que existem coisas que o dinheiro não compra.

…Mas que para todas as outras 
existe Mastercard.

Foi assim que a Beatriz Galloni, VP de Marketing Brasil e Cone Sul da Mastercard introduziu no XIV Fórum Internacional ABA Branding, a apresentação da campanha que a marca vem adotando há 17 anos.

Na época, a Mastercard percebeu uma crescente busca das pessoas por mais qualidade nas relações humanas e pela vontade de vivenciar os valores essenciais da vida, como uma conversa com o filho e uma viagem com as amigas.

E depois de 17 anos com a mesma campanha, a essência da marca continua viva, se mantendo mesmo com as mudanças ao redor do mundo. Inovando sempre, mas claro, sem perder a conexão com o “Não tem preço”, que hoje já está incorporado no diálogo das pessoas como uma referencia à marca e à bons momentos.

Dá uma olhada na campanha de 1997. Não se parece muito com o que vemos no dia de hoje?

Seguindo na mesma linha, a Mastercard percebeu que quando as pessoas viajam elas procuram viver as melhores experiências de cada lugar. Assim construiu uma plataforma global oferecendo momentos únicos ao redor do mundo.

Com a campanha Priceless Surprise, a Matercard busca surpreender os clientes, transformando dias comuns em extraordinários. E o resultado é muito simples: conexão emocional e geração de mídia espontânea, principalmente em redes sociais.

Mastercard é um exemplo de marca que se manteve consistente por todos esses anos, e por conta disso, é reconhecida facilmente pela pessoas do mundo todo. E claro, isso interfere nos seus gastos, uma vez que muitas vezes é necessário pouco investimento para muito retorno!

Como exemplo de outras marcas que prosseguiram durante muitos anos com a mesma campanha, temos a Absolut Vodka que, por mais de duas décadas, publicou mais de 1500 anúncios com versões criativas e divertidas da sua garrafa, que virou um ícone. Ao pensar na marca, a primeira coisa que vem na cabeça é a imagem da garrafa, e isso é fortalecido em todas as campanhas, na contribuição de artistas e a facilidade que a marca tem de se adaptar ao redor do mundo, gerando sempre muitos comentários de fãs!

E claro, não podíamos deixar de citar a Coca Cola, que espalha a felicidade em todos os lugares que está presente. Confira:

Parabéns a Coca Cola, Absolut, Mastercard e todas as marcas que há tantos anos se mantem consistentes . Isso com certeza, não tem preço!

 

Texto por Daniela Klepacz.

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Daniela Moniwa
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Obrigado, Sérgio Rodrigues!

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